Revista de imprensa. Venda da TAP, entrevista ao ex-secretário do MAI e combate à pobreza
O anúncio por parte do Governo da escolha da Lufthansa para a privatização parcial da TAP é presença nas primeiras páginas de todos os jornais generalistas e económicos.
No caso do Público, o tema é o grande destaque em manchete, que fala da possibilidade da venda na totalidade, com o título: "Governo acena com a recuperação das ajudas para vender 100% da TAP"
Já o Diário de Notícias tem como destaque uma entrevista a Ricardo Carrilho, ex-secretário-geral do Ministério da Administração Interna demitido pelo ministro: "Ricardo Carrilho vê na exoneração um caminho para tornar "ineficiente" a secretaria-geral do ministério". Também em manchete, uma notícia sobre a habitação na cidade de Lisboa, nomeadamente as obras nas 14 mil frações de propriedade municipal: "Lisboa: reabilitação de casas municipais está a meio caminho".
O Correio da Manhã tem como manchete uma situação ocorrida entre militares da GNR na Trafaria: "GNR confundidos com traficantes em tiroteio".
E o Jornal de Notícias tem em manchete a notícia de um relatório da Rede Europeia Anti-Pobreza: "Metade dos adultos que vivem na pobreza têm emprego". Destaque ainda para a derrota do Porto em Sevilha, após ter dado a volta o resultado: "Dupla reviravolta deixa Dragão a fazer contas".
Olhando para os económicos, o Negócios tem em manchete uma notícia sobre as alterações ao IRS, anunciadas pelo governo e previstas no Orçamento do Estado para 2027, nomeadamente sobre simulações feitas pela consultora PwC: "Retenções de IRS mais reduzidas não esgotam reembolsos em 2027". Em destaque também a privatização da TAP: "Lufthansa paga 1,2 mil milhões pela TAP e traz o triplo para Portugal".
No mesmo sentido, o Jornal Económico tem em grande destaque a privatização da companhia aérea portuguesa, anunciada na quarta-feira pelo executivo: "Governo prevê arrecadar 3,5 mil milhões com a TAP até 2040". O Orçamento do Estado também ainda em destaque, com uma entrevista ao presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, Álvaro Mendonça e Moura: "CAP lamenta falta de 'visão clara' para responder à crise agrícola".
