Revista de imprensa. Serviço militar voluntário, litígios contra o Estado e a dificuldade em comprar casa
Os protestos por habitação, agora mais concentrados em Lisboa, continuam a dominar a atualidade nacional, mas há mais assuntos em destaque na imprensa.
O Público traz uma entrevista a Nuno Melo, presidente do CDS e ministro da Defesa, feita em parceria com a Renascença, que diz que “gostava que o serviço militar voluntário pudesse arrancar já em 2027”. "Os jovens interessados terão oportunidade de fazer, pelo menos, recruta e aferir se a vida militar corresponde às suas expectativas, antes de tomarem qualquer decisão quanto ao seu futuro", lê-se.
O Jornal de Notícias diz que a Brisa faz disparar para 2,4 mil milhões litígios contra o Estado. Avança que as concessionárias das autoestradas estão a apresentar uma fatura cada vez mais pesada ao Estado e especifica que os pedidos de indemnização e de reposição do equilíbrio financeiro dos contratos dispararam mais de mil milhões de euros num ano, atingindo 2388,2 milhões de euros.
O Correio da Manhã avança que ex-presidente de sindicato da PSP, Manuel Dionísio Câmara, foi obrigado a devolver 177 mil euros. Foi condenado em tribunal a quatro anos de prisão, suspensos, por desvio de fundos dos associados.
O Eco escreve que Portugal é o país da OCDE onde se tornou mais difícil comprar casa no último ano e na última década. "As casas estão 66,7% mais caras face ao rendimento das famílias do que em 2015, e 13,2% só em 2025", diz. Este económico onlone destaca ainda que a Unbabel foi vendida por 5,7 milhões de dólares, quando poucos meses antes, ‘valia’ 44 vezes mais.
No Diário de Notícias o destaque vai para a prestação dos novos créditos à habitação, que subiu 13,7% num ano.
"Guerra não trava subida de lucros em Lisboa. Energia impulsiona, mas o papel sai castigado", é o título principal do Negócios. "A época de resultados do terceiro trimestre deve mostrar uma continuação da tendência já registada nos trimestres anteriores: crescimento de lucros, mas com maior dispersão. A subida dos preços da energia deve dar força aos resultados da Galp e, em menor escala, aos do grupo EDP, mas deve penalizar empresas do setor industrial", lê-se neste jornal.
.
