Revista de imprensa. Seguro sem pressa para falar, o peso do aquecimento na conta da luz e a Galp
O Público diz esta terça-feira que o Presidente da República está "atento" e "muito preocupado" com a divisão do país na sequência dos protestos pela habitação. No entanto, acrescenta, António José Seguro está sem pressa para falar sobre o assunto e esta terça-feira vai ser confrontado com o apelo de membros da sua Comissão de Honra.
As eleições no Brasil e em Israel também estão em destaque neste jornal, que avança ainda que o Acórdão do Tribunal Constitucional ameaça travar IMI das barragens e eólicas de 135 câmaras do interior. "O método de cálculo do imposto foi considerado inconstitucional, o que salva as energéticas de qualquer compensação às autarquias", lê-se.
O Jornal de Notícias destaca que aquecer casa no inverno pesa quase o dobro na conta da luz. "Depois dos aumentos no preço dos combustíveis, do cabaz alimentar ou do gás, há mais uma despesa prestes a disparar na carteira dos portugueses", diz, especificando que, segundo as simulações da Selectra para o jornal, haverá um agravamento até 79 euros na conta da luz no final do mês.
No Correio da Manhã, o destaque vai para os lucros da Galp: 5,4 milhões por dia, segundo as contas dos nove primeiros meses do ano.
No Negócios, o destaque vai também para a Galp. "Dez meses depois de anunciado, o acordo com os espanhóis para a fusão dos negócios de downstream não se concretizou. A pressão política travou a operação, mas não demove a Galp de encontrar um novo parceiro", diz, acrescentando que para a empresa “não é indispensável” manter o controlo da única refinaria nacional.
O Económico, por seu lado, escreve que a Galp abre as portas a novas "parcerias estatégicas".
O Diário de Notícias avança que a observadora da Amnistia Internacional foi agredida à bastonada pela PSP na acampada de Lisboa. Diz ainda que a PSP conta afastar "muito mais de 1000" imigrantes até ao final do ano.
O Expresso diz que atrasos no cheque-psicólogo motivam queixas, denjnciando a existência de Jovens que pagam do seu bolso consultas que deviam ser gratuitas.
No Eco lê-se que o Estado mais do que triplica os ganhos com impostos na habitação na última década: entraram quase 17 mil milhões de euros do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e Imposto do Selo nos cofres públicos.
