Revista de imprensa. O ranking das escolas, as crianças institucionalizadas e o português que terá morrido em Espanha
O ranking das escolas é um dos destaques desta sexta-feira na imprensa nacional. O Diário de Notícias realça que as privadas lideraram em 2025, mas as públicas melhoraram desempenho; o Jornal de Notícias salienta que um terço das secundárias do Top100 são do Porto; enquanto o Público lembra que os rankings fazem 25 anos, que só uma escola pública de Lisboa está no Top100 e que as escolas de municípios onde o peso dos estrangeiros mais subiu desceram nas tabelas; finalmente, o Correio da Manhã refere que são 363 as escolas com média positiva.
Este último destaca que o corte das pensões devido a erro da Caixa Geral de Aposentações força reformados a trabalhar. Avança ainda que o português que o MNE anunciou estar incontactável, além de ter indicações de que estaria num dos comboios acidentados em Espanha, está morto. Nelson Bernardino, diz o CM, seguia na última carruagem do comboio Iryo que foi abalroado pelo AVE e tinha sido promovido pouco tempo antes da tragédia.
O JN realça que os casos de crianças institucionalizadas por violência familiar estão a aumentar. "As situações de violência doméstica que levaram ao acolhimento de crianças e jovens dispararam para 651 em 2025. São mais 35,9% face ao ano anterior", lê-se.
A fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos após a derrota nas presidenciais no Brasil tem destaque no DN, que titula: "Direita vira costas a Flávio e já prepara eleições de 2030". Este jornal traz ainda uma entrevista a António Barreto, que diz que "o sistema de justiça não passou pela democracia, nem pela integração europeia".
O Expresso diz que os eleitores do PSD chumbam estado do país. Uma sondagem Expresso/SIC revela um "agravamento expressivo do pessimismo entre os próprios simpatizantes da AD, sem uma única área a recolher avaliações claramente positivas".
O semanário conta também como o TikTok ajudou o Chega a crescer no Alentejo.
No Nascer do Sol lê-se que os atrasos na alta velocidade dão machadada em Sines e, em entrevista, António Barreto defende que o Bloco Central é a única alternativa ao Chega.
Nos económicos, o Eco diz que novo apoio à compra de elétricos abrange mais de 1,5 milhões de pessoas e mostra como baixar a prestação do crédito à habitação, mesmo com os juros a subir.
O Jornal de Negócios destaca que o Governo prepara benefícios fiscais sobre as poupanças. A ideia é que os benefícios fiscais, os existentes e os novos, sejam “calibrados no sentido de privilegiar a classe média”, diz o secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão de Brito, em entrevista, prometendo ser “muito seletivo” na escolha de novos produtos e medidas.
No Jornal Económico, Máximo dos Santos, vice-governador do Banco de Portugal, diz que "é possível que em 2027 se consiga começar a pagar aos credores do BES".
