Revista de imprensa. CGA avança com redução de pensões e desvio financeiro nas obras públicas
O Público destaca esta quarta-feira que as obras públicas registaram, no ano passado, o maior desvio financeiro desde 2006. "Alterações aos contratos traduziram-se num aumento de 204,4 milhões de euros no ano passado, indica relatório do Tribunal de Contas. De 2023 a 2025, desvio total é de 561,6 milhões de euros", lê-se neste jornal, que também dá grande destaque à fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil.
O Jornal de Notícias diz que o bónus de novembro vai cortar os reembolsos de IRS em cerca de 70% no próximo ano, em média, para os contribuintes, segundo simulações feitas pela consultora PwC. Ao mesmo tempo, realça o jornal, o Conselho das Finanças Públicas considera "excessivos" os ajustes nas retenções na fonte previstos para o próximo mês.
No Correio da Manhã lê-se que 800 mil senhorios declaram rendas ao fisco. Um dado que consta do estudo "Portugal Fiscal", para a Fundação Francisco Manuel dos Santos, e que traça um retrato dos impostos pagos pelas famílias e pelas empresas portuguesas. Isto a propósito dos protestos por habitação, que têm marcado a atualidade nas últimas semanas e que, na terça-feira, dominaram o debate do Orçamento do Estado para 2027.
O Diário de Notícias destaca que é "urgente" criar uma Agência Nacional da Saúde Digital.
O Negócios escreve que a Caixa Geral de Aposentações avança com redução de pensões. "Apesar da contestação que houve, em muitos casos, em fase de audiência prévia, a CGA está a notificar pensionistas do novo valor da pensão. Documento ainda não explica as opções para devolver o dinheiro", diz este económico, que traz também uma entrevista à ex-eurodeputada Elisa Ferreira, que considera que Portugal é um "país desorganizado e que não aproveita" fundos europeus.
O Eco propõe um especial com as propostas de economistas, autarcas e gestores de grupos de construção para a crise da habitação, no dia em que o Presidente da República, António José Seguro, vai ouvir o que alguns especialistas têm para dizer.
