Leia a revista de imprensa.
Leia a revista de imprensa.Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Alemães vigiados pela PJ em festival nazi na Póvoa, auditoria à RTP e o adeus de Ronaldo

Leia os destaques da imprensa desta sexta-fera, 6 de novembro.
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O adeus de Cristiano Ronaldo à seleção nacional é o grande destaque da imprensa desta sexta-feira, depois da divulgação de um vídeo de despedida pelo jogador. "O fim de uma era", escreve o Público; "Obrigado Ronado", dizem o Jornal de Notícias e o Correio da Manhã; "Eterno", escreve a Bola, "Foi incrível", diz o Record; "Herói do Mar", resume o Jogo.

O Expresso traz em destaque uma sondagem realizada pelo ICS/ISCTE e a Gfk segundo a qual simpatizantes do PS e PSD aprovam governo de Bloco Central. O semanário avança também que o consumo de canetas para emagrecer bate novo recorde e traz uma reportagem que explica como se organizam os membros da acampada.

O Nascer do Sol destaca a exoneração do diretor financeiro da PJ, Álvaro Pires. "Inquérito-crime fez cair braço-direito de Luís Neves", titula.

Este jornal avança também que Nicolau Santos hipoteca RTP em 12 milhões para salvar a pele. O jornal teve acesso a uma auditoria da Inspeção Geral de Finanças, que, segundo escreve, arrasa as contas da TV pública. De acordo com este jornal, "a administração cessante, para fugir à responsabilidade pessoal, fez incluir no acordo de empresa uma adenda prevendo ter atividade e validade para o futuro dos subsídios considerados indevidos pela IGF".

Este semanário avança também que o MP vai ao Brasil estudar os métodos do Comando Vermelho e do PCC.

No Jornal de Notícias, destaque para uma notícia que dá conta que alemães foram proibidos de ir a eventos radicais detetados pela PJ, em festival neonazi na Póvoa de Varzim.

O Correio da Manhã escreve que António Costa foi identificado em cinco escutas telefónicas da Operação Influencer, não pelo seu próprio nome, mas sim por “Anselmo”. "As conversas em causa decorreram em dezembro de 2022 e não foram levadas, tal como diz a lei, ao Supremo Tribunal de Justiça, porque só três anos depois é que o “lapso”, como é referido no processo, foi detetado", lê-se.

No Diário de Notícias destaca-se que a indústria é responsável por quase metade dos despedimentos.

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Leia aqui o DN desta sexta-feira, 06 de novembro

O Negócios destaca que o Governo abre a a porta à isenção de mais-valias do PS. Já o Eco diz que a linha do Banco de Fomento para habitação acessível tem limite de 16,5 milhões por empresa.