Desespero na Venezuela à medida que sobem as cifras de vítimas mortais provocadas pelos sismos
Desespero na Venezuela à medida que sobem as cifras de vítimas mortais provocadas pelos sismos EPA

Venezuela. Nova atualização eleva número de mortos para 1450

Entre os mortos, há pelo menos 51 portugueses e lusodescendentes, estando 84 outros desaparecidos ou incontactáveis.
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O número de mortos na sequência dos sismos que atingiram o norte da Venezuela na passada quarta-feira subiu para pelo menos 1.450 mortos, disse este domingo (28 de junho) o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Jorge Rodríguez.

"No boletim de hoje informamos que o número de mortos do desastre natural mais brutal que o nosso país já sofreu atingiu as 1.450 pessoas”, referiu Rodríguez numa declaração transmitida pelo canal de televisão estatal VTV, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.

O anterior balanço das autoridades venezuelanas, no sábado, dava conta de 1.430 mortos.

Entre os mortos, há pelo menos 51 portugueses e lusodescendentes, estando 84 outros desaparecidos ou incontactáveis.

Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.

Os dois grandes sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.

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