O estreito de Ormuz continua a ser o alvo de toda a tensão e o Irão abriu ontem a passagem a navios do Iraque.
O estreito de Ormuz continua a ser o alvo de toda a tensão e o Irão abriu ontem a passagem a navios do Iraque.FOTO: EPA/DIVYAKANT SOLANKI

Trump e Irão trocam ameaças e prometem o "inferno" se não houver acordo para abrir estreito de Ormuz

Presidente dos EUA dá prazo de 48 horas para haver acordo, Teerão respondeu falando em "ameaças estúpidas". Netanyahu diz estar a atacar fontes do dinheiro iraniano (fábricas de aço e petroquímicas).
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Exército iraniano rejeita novo ultimato de Trump em relação a Ormuz e fala em ameaças "estúpidas"

O exército iraniano rejeitou hoje o novo ultimato do presidente norte-americano, que exigiu um acordo ou a reabertura do estreito de Ormuz no prazo de 48 horas, considerando “estúpidas” as suas ameaças de “desencadear o inferno” sobre o Irão.

“O presidente norte-americano [Donald Trump], agressivo e belicoso, após ter sofrido derrotas sucessivas, começou, de forma impotente, instável, nervosa e estúpida, a ameaçar as infraestruturas e os bens” do Irão, afirmou o general Ali Abdollahi, chefe do comando das forças armadas iranianas, citado pela televisão estatal iraniana no Telegram, noticia a Agência France Presse (AFP).

Lusa

Trump publica vídeo de "ataque massivo" em Teerão: "Muitos líderes militares foram mortos"

Donald Trump acaba de partilhar na rede social Truth Social um vídeo um de "ataque massivo" em Teerão, durante o qual garante que "muitos líderes militares" foram mortos, nomedamente aqueles que "lideraram de forma inadequada e imprudente".

Irão diz que ataque a universidade de Teerão é "comportamento da Idade da Pedra"

Estragos na Universidade Shahid Beheshti University, em Teerão, causados pelos bombardeamentos.
Estragos na Universidade Shahid Beheshti University, em Teerão, causados pelos bombardeamentos.FOTO: EPA/ABEDIN TAHERKENAREH

Hossein Simaei Sarraf, ministro da Ciência e Investigação do Irão, criticou duramente o comportamento que considerou "retrógrado" e que levou ao ataque aéreo a uma universidade em Teerão.

"O inimigo, sem raízes na história, cultura e civilização, está a agir pior do que os humanos que viviam na Idade da Pedra", disse durante uma visita ao local do ataque.

Até ao momento ainda não se sabe quem fez o ataque, mas Israel já tinha atacado os principais cientistas e investigadores iranianos envolvidos no programa de desenvolvimento nuclear.

Irão devolve ameaça a Trump: "Toda a região vai transformar-se num inferno para vocês"

Toda a região se tornará um inferno para vocês', diz o Irã aos EUA.

O Irão acabou de responder à ameaça de Donald Tump, que na rede social Truth Social fez uma publicação onde deu "48 horas" para os iranianos aceitarem um acordo para reabrir o estreito de Ormuz, caso contrário "o inferno vai cair sobre eles”.

Em declarações divulgadas peles meios de comunicação estatal do Irão, um porta-voz do governo deixou um aviso: "Não se esqueçam de que, se a agressão se expandir, toda a região vai transformar-se num inferno para vocês."

E acrescentou: "A ilusão de derrotar a República Islâmica do Irão transformou-se num pântano no qual vocês vão afundar-se."

Irão admite que morreram cinco pessoas no ataque a complexo petroquímico

Cinco pessoas morreram na sequência de um ataque aéreo contra um polo petroquímico no sudoeste do Irão, de acordo com notícias dos meios estatais iranianos.

A agência ISNA cita Valiollah Hayati, vice-governador da província de Khuzistão, que revela terem ficado feridas 170 pessoas no ataque que teve como alvo empresas localizadas na região industrial de Mahshahr.

As Forças de Defesa de Israel confirmaram o ataque a "uma das duas principais instalações no Irão que produzem materiais para explosivos" e outros armamentos.

"Espera-se que os danos a essa infraestrutura prejudiquem a capacidade do regime de usar os materiais produzidos na instalação para fabricar vários tipos de armas destinadas a atingir o estado de Israel", acrescentou as IDF.

Dez manifestantes anti-guerra presos em Telavive

A polícia israelita prendeu esta noite 10 manifestantes anti-guerra na Praça Habima, em Telavive.

A manifestação realizou-se apesar de o Comando de Defesa Civil de Israel ter dado instruções para se evitassem aglomerações públicas por causa dos ataques de mísseis por parte do Irão.

Israel diz aguardar autorização dos EUA para atacar instalações de energia do Irão

Um alto funcionário da Defesa de Israel disse este sábado que está à espera de uma aprovação dos Estados Unidos para que comece a atacar as instalações de energia do Irão.

A mesma fonte, citada pela Sky News, diz que este tipo de ataques devem ocorrer durante a próxima semana.

Netanyahu: "Vamos continuar a atacar a máquina de fazer dinheiro do Irão"

O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu garante que Israel vai continuar a atacar o Irão com força após os bombardeamentos que tiveram como alvo a "máquina de fazer dinheiro" do país.

"Depois de termos destruído 70% da capacidade do Irão produzir aço, a matéria-prima para as armas que são usadas contra nós", disse, revelando que durante este sábado "foram atacadas as fábricas petroquímicas".

"Tratam-se da máquina de fazer dinheiro do Irão, que financia a guerra de terror que travam contra nós e contra o mundo. Vamos continuar a atacá-los, como prometi", sublinhou.

Irão autoriza navios do Iraque a passar pelo estreito de Ormuz

As forças armadas iranianas anunciaram hoje que os navios do Iraque podem passar pelo estreito de Ormuz, uma via navegável praticamente bloqueada pelo Irão desde os ataques de Israel e dos Estados Unidos.

"Anunciamos que o Iraque, o nosso país irmão, não está sujeito às restrições que impusemos ao estreito de Ormuz e que estas restrições se aplicam apenas aos países inimigos", disse o porta-voz do comando das forças armadas iranianas, Ebrahim Zolfaghari, citado pela televisão estatal.

Lusa

Número de mortos no Líbano ultrapassa os 1400, dos quais 126 crianças

O Ministério da Saúde do Líbano anunciou hoje que já se registaram mais de 1400 mortos causados pelos ataques israelitas ao seu território desde 2 de março.

Entre as vítimas mortais contam-se 126 crianças, 54 profissionais de saúde e 93 mulheres.

EUA detém duas familiares do comandante iraniano Soleimani que viviam "luxuosamente" no país

Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, revelou ter cancelado os vistos de residência permanente (green cards) de dois familiares do falecido comandante militar iraniano Qasem Soleimani, que foi o arquiteto das operações militares e de inteligência do Irão no estrangeiro.

Soleimani era considerado uma das figuras mais poderosas do Irão antes da sua morte num ataque dos Estados Unidos em 2020.

Rubio adiantou que Hamideh Soleimani Afshar, sobrinha deste alto quadro militar iraniano, "vivia luxuosamente nos Estados Unidos" e era uma "defensora declarada do regime iraniano" e até "festejava os ataques contra os americanos".

Nesse sentido, Rubio garante que Afshar e a sua filha encontram-se sob custódia do ICE e aguardam deportação dos EUA. "O governo Trump não permitirá que o nosso país se torne um lar para estrangeiros que apoiam regimes terroristas anti-americanos", sublinhou.

Trump dá 48 horas ao Irão para aceitar acordo e ameaça: “o inferno vai cair”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um prazo de 48 horas ao Irão para “fazer um acordo” ou reabrir o Estreito de Ormuz, ameaçando com uma escalada do conflito.

“48 horas antes de todo o inferno cair sobre eles”, escreveu Trump numa publicação na rede social Truth Social. O líder norte-americano recordou que já tinha dado um prazo anterior a Teerão, afirmando que “o tempo está a esgotar-se”.

Noutra publicação, Trump referiu ainda que os Estados Unidos estão a avançar “simultaneamente” para impedir que o Irão desenvolva capacidade nuclear.

Irão nega ter capturado tripulante norte-americano desaparecido

Autoridades iranianas negaram que o militar norte-americano desaparecido após a queda de um caça F-15 no sul do país tenha sido capturado. Responsáveis locais classificaram também como “tática inimiga” as informações de que o piloto teria sido resgatado pelos Estados Unidos.

Os meios estatais iranianos continuam a incentivar a população a localizar o militar, apelando à sua captura “vivo” e oferecendo uma alta recompensa. Do outro lado, um vídeo verificado pela BBC mostra forças iranianas a disparar contra helicópteros norte-americanos envolvidos na operação de busca, numa ação que terá ocorrido na mesma região. Ao fundo, ouve-se a voz de um iraniano a dizer "estou orgulhoso de vocês" pelo ataque aos americanos.

Mediadores continuam a trabalhar em acordo de cessar-fogo

Mediadores do Paquistão, da Turquia e do Egito continuam a trabalhar para levar os Estados Unidos e o Irão de volta à mesa de negociações, disseram à agência Associated Press (AP) um responsável regional envolvido nos esforços diplomáticos e um diplomata do Golfo informado sobre o assunto.

As fontes, que falaram sob anonimato, disseram que o acordo, que ainda está a ser trabalhado, tem como objetivo levar as partes em conflito a encontrarem-se no Paquistão. O compromisso incluirá a cessação das hostilidades por um determinado período de tempo para permitir uma solução diplomática.

Lembra a AP que o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, reiterou este sábado a disponibilidade do seu governo para retomar as negociações no Paquistão, mas afirmou que procuram um fim “conclusivo e duradouro” do conflito. Araghchi disse ainda que falou por telefone na sexta-feira com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia para discutir os mais recentes desenvolvimentos.

Portugal e mais quatro países pedem imposto extraordinário sobre lucros das energéticas

Cinco ministros das Finanças da União Europeia estão a apelar à criação de um imposto sobre os lucros extraordinários das empresas de energia (windfall tax), em resposta à subida dos preços dos combustíveis devido à guerra com o Irão, segundo uma carta dos ministros dirigida à Comissão Europeia e consultada pela Reuters.

Segundo a agência, os ministros das Finanças de Portugal, Joaquim Miranda Sarmento, Alemanha, Itália, Espanha e Áustria fizeram este apelo conjunto numa carta datada de sexta-feira, 3 de abril, dirigida ao comissário europeu para o Clima, Wopke Hoekstra.

Leia mais na notícia abaixo.

O estreito de Ormuz continua a ser o alvo de toda a tensão e o Irão abriu ontem a passagem a navios do Iraque.
Miranda Sarmento e mais quatro ministros da UE pedem imposto extraordinário sobre lucros das energéticas

Ministro iraniano alerta para risco de “fim da vida” no Golfo após ataque perto de central nuclear

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão alertou que um eventual incidente nuclear após ataques na central de Bushehr poderá ter consequências devastadoras na região,

“A contaminação radioativa poderá atingir as capitais do Golfo, mais do que Teerão”, escreveu Abbas Araghchi nas redes sociais, acusando Estados Unidos e Israel de já terem atacado a infraestrutura várias vezes.

O governante iraniano criticou ainda o que considera uma reação desigual da comunidade internacional face a ataques a instalações nucleares, referindo o caso da central de Zaporizhzhia, na Ucrânia. Os Estados Unidos e Israel não confirmaram qualquer ataque à central de Bushehr.

Irão diz que zona de central nuclear de Bushehr foi atacada pela quarta vez

O Irão afirma que a área em torno da central nuclear de Bushehr foi atingida pela quarta vez desde o início do conflito, tendo causado a morte de um funcionário da segurança, segundo a BBC.

De acordo com as autoridades iranianas, o ataque não provocou danos nas principais infraestruturas e a operação da central não foi afetada. Ainda assim, Teerão alerta que qualquer impacto mais significativo poderá provocar “um grande acidente nuclear”, acusando Estados Unidos e Israel de estarem por detrás da ação.

Washington e Telavive não confirmaram o ataque.

EUA procuram militar desaparecido após queda de caça abatido no Irão

Os Estados Unidos continuam a procurar um tripulante desaparecido depois de um caça F-15 ter sido abatido no sul do Irão. De acordo com a BBC, o piloto da aeronave foi resgatado, mas um oficial de sistemas de armas continua desaparecido, sem que seja conhecido o seu estado.

Durante a operação de resgate, um helicóptero foi atingido por disparos e um avião A-10 também sofreu danos, tendo o piloto conseguido ejetar-se e ser posteriormente resgatado. Segundo meios estatais iranianos, as autoridades do país persa estão a procurar o militar e oferecem recompensas de 50 mil libras a quem ajudar a capturá-lo “vivo”.

O Irão afirma ainda ter abatido uma segunda aeronave norte-americana, informação que não foi confirmada por Washington.

Nova explosão no sul do Líbano deixa três 'capacetes azuis' feridos

Um explosão no sul do Líbano causou ferimentos em três soldados indonésios que fazem parte da missão de manutenção de paz da ONU, anunciou este sábado, 4 de abril, a organização.

Num comunicado, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) disse que a explosão, de origem ainda por determinar, ocorreu na sexta-feira, no interior de uma instalação da ONU perto de El Adeisse.

Os três 'capacetes azuis' foram levados de urgência para o hospital, sendo que dois estão em estado grave.

O Centro de Informação das Nações Unidas na capital indonésia, Jacarta, confirmou que todos eram indonésios.

O incidente de sexta-feira ocorreu poucos dias depois da morte de três soldados de manutenção da paz indonésios, a 29 e 30 de março, no sul do Líbano, onde Israel e o Hezbollah combatem desde o início da guerra no Médio Oriente.

Dois capacetes azuis indonésios morreram em 30 de março numa explosão, que poderá ter sido causada por uma mina, horas depois de outro militar indonésio ter sido morto, vítima de um possível disparo de um tanque israelita, disse uma fonte de segurança da ONU.

Mas, na terça-feira, o exército de Israel garantiu que o incidente de 30 de março "não foi causado por atividades" dos militares israelitas.

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) conseguiram, após uma "análise operacional minuciosa", determinar que as suas tropas "não plantaram quaisquer engenhos explosivos na área" e que "nenhum militar das IDF estava presente" na zona.

As IDF sublinharam que as ações no Líbano são contra a milícia xiita pró-Irão Hezbollah e não contra a missão da ONU, as Forças Armadas do país ou a população libanesa.

O exército israelita instou a FINUL a abandonar "zonas de combate onde as Forças de Defesa de Israel emitiram ordens de evacuação para a população civil para sua própria segurança".

A FINUL, que opera numa região no sul do país, junto à fronteira com Israel e supostamente vedada tanto aos militares israelitas como aos combatentes do Hezbollah, termina o mandato este ano, após quase 50 anos no terreno.

Lusa

Ataque com munições de fragmentação faz um ferido no centro de Israel

Uma pessoa ficou ferida num ataque com um míssil balístico iraniano que lançou munições de fragmentação no centro de Israel, noticiaram os meios de comunicação israelitas.

O serviço de emergência Magen David Adom informou que "um homem de 79 anos ficou ferido ao ser atingido por destroços carregados pela onda de choque de um míssil com munições de fragmentação em Kiryat Ata, perto de Haifa".

As Forças de Defesa de Israel identificaram o ataque e emitiram um alerta instruindo os residentes para "procurarem abrigo", enquanto "os sistemas de defesa operavam para intercetar a ameaça".

A emissora Canal 12 de Israel informou que, devido à emergência, "foram recebidas chamadas de 17 locais onde ocorreram os impactos. Entre as cidades que receberam relatos de danos estão Telavive, Bnei Brak, Givatayim, Givat Shmuel, Petah Tikva e Rosh Haayin".

"Tratava-se de um míssil fragmentado que atingiu seis cidades diferentes, provocando um incêndio num apartamento em Rosh Haayin, danos num edifício em Petah Tikva e destruição também em Telavive", segundo o portal de notícias Ynet.

Teerão tem lançado mísseis e drones contra território israelita, em retaliação pela ofensiva aérea lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel sobre o Irão.

Lusa

EUA alertam para possíveis ataques contra universidades americanas no Líbano

A Embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Beirute alertou para a possibilidade de o Irão ou grupos armados aliados atacarem universidades norte-americanas no Líbano, onde o conflito já causou 1.300 mortos.

Num comunicado divulgado na sexta-feira, a missão diplomática indicou que "o Irão e as milícias afiliadas podem ter a intenção de atacar universidades no Líbano" e salientou que Teerão "ameaçou especificamente universidades norte-americanas em todo o Médio Oriente".

O Departamento de Estado recomendou que os cidadãos norte-americanos abandonem o Líbano "enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis", de acordo com o comunicado, que destaca a natureza "volátil e imprevisível" da situação de segurança no país.

“Instamos os cidadãos norte-americanos a não viajarem para o Líbano. Recomendamos que os cidadãos norte-americanos que se encontrem no Líbano e optarem por não sair do país elaborem planos de contingência de emergência e estejam preparados para procurar abrigo caso a situação se agrave”, prosseguiu o comunicado.

O governo dos EUA alertou os cidadãos de que a Embaixada no Líbano “está a prestar serviços limitados de passaporte a cidadãos norte-americanos a título de emergência” e que “todos os serviços consulares regulares estão suspensos até novo aviso”.

O alerta surge após uma recente onda de controvérsias nos círculos políticos e mediáticos libaneses, na sequência da disseminação de ameaças por parte de grupos ligados à milícia libanesa pró-Irão Hezbollah, que identificaram instituições como a Universidade Americana de Beirute e a Universidade Americana Libanesa como potenciais alvos.

O Líbano foi arrastado para o conflito em curso no Médio Oriente quando o Hezbollah lançou morteiros sobre Israel, em retaliação pela ofensiva aérea lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel sobre o Irão. Israel ripostou com ataques aéreos maciços em todo o Líbano e uma ofensiva terrestre.

Segundo as autoridades libanesas, o conflito fez, em 30 dias, mais de 1.300 mortos e mais de um milhão de deslocados, o que representa mais de um sexto da população do país.

Lusa

Guerra já fez 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos

A operação militar 'Fúria Épica', contra o Irão, causou até ao momento 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono.

Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que explicou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército norte-americano.

Sessenta e três feridos são da Marinha, 19 dos Fuzileiros e 36 da Força Aérea.

Quanto aos 13 mortos, sete eram do Exército e seis da Força Aérea.

Os números divulgados não incluem quaisquer baixas ou ferimentos que possam ter ocorrido na sexta-feira, quando as forças iranianas abateram um caça norte-americano.

Um dos tripulantes do caça F-15 atacado por Teerão foi resgatado com vida, mas as forças norte-americanas continuam a tentar encontrar o segundo tripulante, cujo estado de saúde é desconhecido.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou este sábado que o ataque iraniano afete as alegadas negociações com Teerão.

Lusa

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