Registadas novas explosões nos subúrbios de Beirute. Biden em diálogo com Israel sobre ataque a instalações petrolíferas do Irão
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Registadas novas explosões nos subúrbios de Beirute. Biden em diálogo com Israel sobre ataque a instalações petrolíferas do Irão

Israel está a levar a cabo uma incursão terrestre no Líbano que descreveu como uma operação "direcionada e limitada" contra "alvos e instalações terroristas" da milícia xiita Hezbollah. A tensão no Médio Oriente subiu de tom na terça-feira com o Irão a disparar cerca de 200 mísseis contra Israel.
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Depois das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) recomendarem a retirada de civis em Dahieh, nos subúrbios do sul de Beirute, foram registadas na capital do Líbano novas explosões, segundo a Sky News.

De acordo com o The Times of Israel, que cita media libaneses, o exército israelita está novamente a bombardear Beirute. 

A Autoridade Palestiniana anunciou esta quinta-feira à noite a morte de 18 pessoas na sequência de um ataque israelita ao campo de refugiados de Tulkarem, cidade no norte da Cisjordânia onde as forças israelitas reportaram um ataque aéreo.

"Dezoito mártires após o bombardeamento do campo de Tulkarem pela ocupação", frisou o Ministério da Saúde palestiniano na sua conta na rede social Telegram, revendo em alta um número anterior de 16 mortos. Israel ocupa a Cisjordânia desde 1967.

Num breve comunicado militar das forças israelitas tinha indicado que a Força Aérea realizou hoje um ataque em Tulkarem numa operação conjunta com o Shin Bet (agência de segurança interna de Israel).

Um responsável do campo de refugiados, Fayçal Salama, destacou à agência France-Presse (AFP) que o ataque foi executado por um caça F-16.

Um morador indicou, por sua vez, que o avião israelita "atingiu uma cafetaria [num] edifício de três andares" e que havia "muitas vítimas no hospital, crianças, jovens mortos, e o número (final) não é ainda conhecido".

Tulkarem é uma das cidades e campos de refugiados palestinianos alvo, no final de agosto, de uma ofensiva em grande escala do Exército israelita contra grupos armados que combatem Israel no norte da Cisjordânia.

Os líderes dos países do G7 manifestaram esta quinta-feira a sua "profunda preocupação" com "a deterioração da situação" no Médio Oriente e alertaram para "uma escalada incontrolável" na região.

"Expressamos a nossa profunda preocupação com a deterioração da situação no Médio Oriente", realçaram os líderes dos sete países mais industrializados do mundo, numa declaração conjunta.

Os líderes condenaram "com a maior firmeza o ataque militar direto do Irão contra Israel", que representa "uma séria ameaça à estabilidade regional".

"Um ciclo perigoso de ataques e retaliações corre o risco de alimentar uma escalada incontrolável no Médio Oriente, que não é do interesse de ninguém", sublinharam ainda.

O G7 apelou também aos intervenientes regionais para que atuem "com responsabilidade e moderação" e incentivaram "todas as partes a empenharem-se de forma construtiva para acalmar as tensões atuais".

"O direito internacional humanitário deve ser respeitado", vincaram.

No que diz respeito ao Líbano, os líderes do G7 recordaram "a necessidade de uma cessação das hostilidades o mais rapidamente possível, de forma a criar espaço para uma solução diplomática".

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, repudiou esta quinta-feira as declarações da líder bloquista, que o apelidou de "barqueiro das bombas do genocídio" dos palestinianos, recusando "lições de direitos humanos" do Bloco de Esquerda.

"Eu não durmo sossegado quando há uma deputada que representa o povo português que me acusa de ser o barqueiro do genocídio", declarou hoje no parlamento o chefe da diplomacia, dirigindo-se à bancada do BE, cuja coordenadora, Mariana Mortágua, afirmou há dias que Paulo Rangel "ficará na História como o barqueiro das bombas do genocídio do povo palestiniano".

As críticas do BE ao governante estão relacionadas o navio "Kathrin", que tinha bandeira portuguesa e que na sexta-feira passada pediu para retirar, que transportava explosivos destinados a empresas de fabrico de armas de Israel, Polónia e Eslováquia.

Hoje na Assembleia da República, durante o debate sobre as prioridades da presidência húngara do Conselho da União Europeia e sobre a participação de Portugal no processo de construção da UE, Paulo Rangel afirmou que esteve "sempre a trabalhar" sobre este caso e que agiu "com transparência".

"Não tolero à sua líder, eu perdoo mas não tolero", disse, dirigindo-se ao líder da bancada bloquista, Fabian Figueiredo.

O BE, acrescentou Rangel, "fala com muita arrogância", mas "não dá a este governo nem a este ministro lições de direitos humanos".

O governante criticou ainda a insistência do BE e do PCP para que o Governo reconheça formalmente o Estado da Palestina.

"O Governo esteve nas vossas mãos e nunca obrigaram o Governo de António Costa a reconhecer a Palestina", afirmou, enquanto insistiu que foram executivos do PSD/CDS-PP (de Pedro Passos Coelho e de Luís Montenegro) a votar favoravelmente a admissão da Palestina como membro observador e, em maio, a recomendação para ser membro de pleno direito das Nações Unidas.

Fabian Figueiredo condenou a "decisão infame" do chefe da diplomacia israelita, Israel Katz, de declarar "persona non grata" o secretário-geral da ONU, António Guterres, que, disse, "orgulha a todos no teatro das nações e que se impõe como a voz pela paz e pela razão".

O BE questionou o ministro dos Negócios Estrangeiros se admite aplicar a mesma medida a Israel Katz, "o que deve ser o destino de todos os carniceiros", mas Rangel não responde

O exército israelita anunciou esta quinta-feira o resgate de uma mulher Yazidi de origem iraquiana que tinha sido sequestrada há 10 anos, e que permanecia na Faixa de Gaza retida por um grupo miliciano do Hamas.

Segundo a mesma fonte, o grupo tem vínculos à organização jihadista Estado Islâmico (EI).

Em comunicado, as forças israelitas explicaram que um miliciano morreu durante a guerra em Gaza, provavelmente na sequência de um bombardeamento, e que a mulher, identificada como Fawzia Amin Sido, de 21 anos, aproveitou para fugir.

"Numa operação complexa coordenada entre Israel, os Estados Unidos e outros atores internacionais, foi resgatada recentemente numa missão secreta na Faixa Gaza, através da travessia de Karem Shalom", precisou o exército, especificando que a jovem foi posteriormente transportada para a Jordânia e finalmente para o Iraque, onde se encontra a família.

A ativista yazidi iraquiana Nadia Murad, prémio Nobel da Paz em 2018 e fundadora da ONG A Iniciativa de Nadia, que ajuda mulheres yazidis que foram escravas sexuais do IE na Síria e no Iraque, assegurou na conta oficial da rede social X que a rapariga foi raptada em 2014.

"Após a queda do califado no Iraque e a na Síria (2017 e 2019), respetivamente, o EI levou-a para Gaza. Não é a única retida em Gaza pelo EI. Nos últimos 10 anos, as autoridades iraquianas e a comunidade internacional não resgataram as mulheres e meninas cativas em Gaza, na Síria e outras partes da região", garantiu.

Horas antes, o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraquiano anunciou ter recebido Fawzia Amin Sido, afirmando que foi libertada "graças aos esforços conjuntos" do ministério e dos serviços secretos, em coordenação com as embaixadas dos Estados Unidos em Bagdade e Amã, e as autoridades jordanas, "após mais de quatro meses de esforços".

A jovem, disse o ministério, foi sequestrada por "terroristas do EI" e levada para vários países antes de ser libertada. Não foram mencionados os locais onde esteve.

O exército israelita publicou duas fotografias em que pode ver-se uma mulher com a cara desfocada, num local que parece ser a travessia de Kerem Shalom para Gaza, onde há meses se acumulam os camiões com ajuda humanitária, devido às dificuldades para a distribuir no território, submetido a constantes ataques de Israel.

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas israelitas reiterou esta quinta-feira que o principal objetivo dos ataques no Líbano é expulsar a milícia xiita Hezbollah das posições no sul do país, para garantir a segurança no norte de Israel.

"Para o regresso dos habitantes (deslocados durante quase um ano de fogo cruzado transfronteiriço), é preciso destruir as infraestruturas terroristas que o Hezbollah construiu perto da fronteira para atacar as nossas cidades, no dia em que lhes for dada a ordem, e matar civis israelitas", declarou Herzi Halevi, que se reuniu com duas das divisões que entraram no sul do Líbano.

O máximo responsável militar israelita sublinhou que o Exército está "muito determinado a destruir estas infraestruturas e a matar quem quer que lá esteja".

"Os pesados danos causados ao Hezbollah em todos os setores de Beirute, no vale [de Bekaa] e no sul do Líbano vão continuar", acrescentou.

O general emitiu estas declarações num vídeo publicado no 'site' da Internet do Exército, no qual fez um balanço dos primeiros confrontos entre as Forças Armadas israelitas e as milícias do Hezbollah, que, na sua opinião, foram favoráveis aos interesses de Israel.

"Tenho um grande respeito pelos reservistas, pelos combatentes, e pelos soldados e comandantes regulares. Continuaremos a lutar em todas as frentes, com o objetivo de garantir uma maior segurança ao Estado de Israel", declarou Halevi, fazendo o balanço dos três primeiros dias da incursão terrestre no sul do Líbano.

O governo de Benjamin Netanyahu está a coordenar com o presidente dos EUA, Joe Biden, uma "resposta dura" ao ataque do Irão, estando o primeiro-ministro israelita a desenvolver reuniões com os seus conselheiros, de acordo com a estação de TV Channel 12, que cita fontes militares. 

A resposta de Israel a Teerão deverá acontecer dentro "de alguns dias", refere o Channel 12, dando conta que estará para breve uma conversa telefónica entre Netanyahu e Biden.  

Perante a esclada no conflito no Médio Oriente, a companhia aérea British Airways anunciou esta quinta-feira que suspendeu os voos Londres-Telavive até 26 de outubro, segundo noticia a Al Jazeera.

Trata-se de uma "decisão operacional", informou a companhia aérea britânica.

 O exército israelita garantiu esta quinta-feira que o movimento xiita Hezbollah está a utilizar o principal posto fronteiriço sírio-libanês para introduzir material bélico no país e ameaçou "agir" caso o exército libanês não impeça a entrada de armamento. 

"O Exército [de Israel] não permitirá o contrabando dessas armas e não hesitará em agir se for forçado a fazê-lo, como tem feito durante esta guerra", disse o porta-voz árabe das Forças Armadas israelitas, Avichay Adraee, num comunicado divulgado na rede social X, aludindo ao posto fronteiriço - conhecido como Masnaa, no Líbano, e Jdeidet Yabous, na Síria - e controlado pelos militares libaneses.

O comunicado israelita denuncia que o grupo xiita libanês Hezbollah transferiu as operações de transporte de "equipamento de guerra" para o posto de Masnaa, utilizado para transporte civil. 

"Desde que os centros de contrabando na fronteira sírio-libanesa foram atacados há uma semana, a passagem fronteiriça de Masnaa tornou-se a principal através da qual o Hezbollah transporta meios de combate", disse o porta-voz militar israelita.

"O Estado libanês é responsável pelas passagens fronteiriças oficiais e pode impedir o Hezbollah de as atravessar", acrescentou Andraee.

Segundo a declaração militar israelita, aviões de Israel já bombardearam passagens de fronteira usadas pelo Hezbollah para trazer armas da Síria para o Líbano, o que, segundo a sua versão, forçou o movimento a transportar material de guerra através de Masnaa.

A passagem de Masnaa está localizada na principal artéria que liga Beirute a Damasco e tem sido utilizada pela maioria dos 128 mil refugiados sírios e libaneses que fugiram dos ataques israelitas a várias cidades libanesas

O presidente norte-americano, Joe Biden, declarou esta quinta-feira estar em conversações com Israel sobre um eventual ataque a instalações petrolíferas iranianas, em retaliação pelos cerca de 200 mísseis lançados na terça-feira por Teerão sobre território israelita.

Biden fez estas declarações à comunicação social no jardim sul da Casa Branca, antes de embarcar no helicóptero Marine One para se deslocar aos Estados da Florida e da Geórgia, para ver os danos causados pela passagem do furacão Helene.

Antes de entrar no helicóptero, um jornalista perguntou-lhe se apoiará que Israel ataque instalações petrolíferas no Irão, ao que Biden respondeu: "Estamos a discutir isso".

Em resposta a perguntas de outro jornalista, Biden disse que Israel não vai tomar qualquer medida de retaliação hoje e deixou claro que os Estados Unidos não "permitem" que Israel faça ou não o que quer que seja, limitando-se a dar conselhos ao seu maior aliado no Médio Oriente, de que são o maior fornecedor de armas.

"Em primeiro lugar, nós não permitimos o que quer que seja a Israel. Nós aconselhamos Israel. E nada vai acontecer hoje", sublinhou.

Estes comentários surgem um dia depois de Biden ter afirmado opor-se a ataques israelitas contra instalações nucleares iranianas.

"A resposta é não", disse à comunicação social o presidente dos Estados Unidos, inquirido sobre se apoiaria uma ação desse tipo por parte de Israel.

"Estamos de acordo os sete que os israelitas têm o direito de retaliar, mas devem responder de forma proporcional", acrescentou, referindo-se aos outros líderes do G7 (grupo dos países mais industrializados do mundo, composto, além dos Estados Unidos, por Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido, embora a União Europeia também esteja representada).

O Irão convocou esta quinta-feira os embaixadores da Alemanha e da Áustria, depois de os respetivos Governos terem protestado contra o ataque com mísseis lançado na terça-feira pela República Islâmica contra Israel, noticiou a imprensa estatal iraniana.

Os diplomatas europeus em Teerão foram convocados em resposta às "medidas inaceitáveis" tomadas pela Alemanha e pela Áustria, que chamaram os representantes iranianos na sequência do ataque iraniano de terça-feira a Israel, indicou a agência oficial Irna.

Ativistas pró-palestinianos interromperam esta quinta-feira um debate no parlamento sueco sobre os colonatos israelitas na Cisjordânia, atirando um saco na direção da ministra dos Negócios Estrangeiros sueca, Maria Malmer Stenergard, relatou um deputado à AFP..

Os manifestantes começaram a gritar quando a chefe da diplomacia regressava ao seu lugar depois de se ter dirigido ao parlamento, segundo a deputada Ann-Sofie Alm.

"Começaram a gritar e a fazer barulho na galeria (...), depois alguém atirou um objeto contra nós, deputados", descreveu Ann-Sofie Alm, acrescentando que o objeto foi atirado na direção da ministra.

De acordo com a imprensa sueca, o objeto caiu algumas filas atrás da ministra, que, como se vê num vídeo parlamentar, levanta-se do seu lugar e a abandonar o edifício depois do arremesso de um saco com tomates.

A parlamentar acrescentou à AFP que "Maria reagiu ao estrondo e saiu a correr da sala" e que se tratava de "um saco com uma substância vermelha e macia no interior".

O presidente da sessão pediu imediatamente aos seguranças que retirassem os manifestantes e suspendeu os trabalhos.

A agência noticiosa TT, três pessoas foram detidas pela segurança local e entregues posteriormente à polícia.

O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, condenou os atos dos manifestantes.

"Espero agora uma análise exaustiva de como isto pode ter acontecido e medidas fortes para manter a segurança dos deputados e ministros no edifício do Parlamento", disse Kristersson à TT.

O exército israelita afirmou esta quinta-feira ter detetado 120 foguetes e dois 'drones' lançados a partir do Líbano contra o norte de Israel, alguns dos quais foram intercetados e os demais atingidos, desconhecendo-se a existência de vítimas.

Num comunicado, o exército israelita afirmou na respetiva conta na plataforma Telegram que o Hezbollah tinha disparado mais de 120 projéteis do Líbano para o território israelita até às 16:00 locais de hoje (14:00 em Lisboa).

Num comunicado divulgado anteriormente, o exército israelita disse que 25 projéteis foram disparados contra a zona da Alta Galileia, fazendo soar os alarmes antiaéreos. Alguns foram intercetados e outros atingiram os alvos.

O exército israelita informou ainda que dois 'drones' atravessaram hoje o Líbano, tendo um deles sido intercetado ao largo da costa da cidade de Nahariya e o outro caído numa área deserta.

O ministro da Saúde Pública libanês, Firas Abiad, indicou hoje que 97 paramédicos e bombeiros morreram nos ataques israelitas ao Líbano, ações que classificou como "crimes de guerra" que mataram quase 2.000 pessoas, incluindo 127 crianças.

"O que está a acontecer é muito perigoso e é uma violação do direito internacional e das convenções. Trata-se de crimes de guerra, sem dúvida alguma", declarou o ministro libanês numa conferência de imprensa em Beirute, cidade cujo centro foi atacado durante a madrugada por Israel, num bombardeamento que matou pelo menos nove pessoas.

Abiad emitiu estas declarações depois de a Cruz Vermelha Libanesa indicar que uma das suas colunas que está a tentar resgatar feridos no sul do país -- onde se concentram os bombardeamentos -- foi alvo de um ataque de Israel, que se saldou em um soldado do Exército morto e três voluntários feridos.

"Isto é um crime de guerra. A desculpa que usam é que estes veículos e hospitais têm armas, e esses são pretextos inválidos", sustentou o ministro da Saúde libanês, acrescentando que Israel ataca até "pessoas que estão a tentar ajudar os feridos".

Indicou também que 188 trabalhadores do setor da Saúde e da Defesa Civil foram feridos, e ainda que um total de 45 centros de saúde e 128 veículos de emergência "foram alvo de ataques israelitas".

"Sabemos quão violento é este inimigo, mas a comunidade internacional deve assumir a sua responsabilidade", insistiu o ministro do Governo libanês, que há quase um ano denuncia a inação dos líderes mundiais perante a campanha militar de Israel no Líbano e na Faixa de Gaza.

O exército libanês respondeu esta quinta-feira a um ataque das Forças de Defesa de Israel (FDI), a primeira vez que as tropas regulares libanesas responderam a uma ofensiva israelita no contexto dos ataques em curso contra a milícia xiita Hezbollah.

As forças armadas libanesas informaram que um dos seus soldados foi morto num ataque "do inimigo israelita" contra instalações militares na cidade de Bint Jbeil, sul do Líbano.

"Os membros do centro [militar] responderam às fontes do tiroteio", disseram as autoridades militares libanesas no seu perfil oficial nas redes sociais.

Horas antes, o exército libanês já tinha informado que outro dos seus soldados tinha sido morto e outro ferido num ataque israelita "quando efetuava uma missão de evacuação e salvamento" com a participação da Cruz Vermelha libanesa na cidade de Marjayun.

O exército israelita intensificou a sua ofensiva contra o território libanês nas últimas semanas, embora tenha sempre sublinhado que a sua guerra não é contra o país, mas contra a milícia xiita libanesa Hezbollah.

Os ataques israelitas já mataram cerca de 2.000 pessoas, entre as quais dezenas de membros do grupo apoiado pelo Irão, mas também civis, incluindo cerca de 130 crianças

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