O USS Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, regressou este sábado, 16 de maio, a Norfolk, no estado norte-americano da Virgínia, após um destacamento de 11 meses, o mais longo desde a Guerra do Vietname.Durante a sua missão de 326 dias, o Ford deu apoio à guerra dos Estados Unidos contra o Irão e à captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em janeiro.O mais avançado navio de guerra norte-americano e dois contratorpedeiros que o acompanhavam, com cerca de 5000 marinheiros, atracaram na Estação Naval de Norfolk pela primeira vez desde junho.Além das operações de combate e da travessia de continentes, os marinheiros a bordo do porta-aviões enfrentaram um incêndio não relacionado com combates, que obrigou a longas reparações na ilha grega de Creta.O secretário da Defesa, Pete Hegseth, esteve presente na chegada dos navios de guerra.Em reconhecimento do serviço prestado durante a guerra do Irão, o Ford e os navios que o acompanhavam receberam a condecoração Citação Presidencial de Unidade, por “desempenho excecional em ação” contra “um inimigo determinado”Trata-se da maior condecoração que uma unidade pode receber, geralmente reservada para conquistas significativas em combate. .'USS Gerald Ford' - a "plataforma de combate mais letal do mundo" é a joia da coroa da 'armada' de Trump