Israel atacou Irão com armas de precisão
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Israel atacou Irão com armas de precisão

Forças Armadas israelitas garantem que apenas visaram alvos militares em retaliação ao ataque que sofreram no incício do mês.
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Israel realizou este início de madrugada de sábado (hora de Lisboa) um ataque ao Irão com bombardeamentos cirúrgicos nos arredores de Teerão, capital daquele país. Poucos minutos após notícia das primeiras explosões, fonte militar israelita confirmou tratar-se de uma ação retaliatória pelo bombardeamento realizado pelas forças iranianas no início deste mês.

Segundo medias locais, entre os alvos estarão quarteis-generais da Guarda Revolucionária Islâmica. Oficialmente, no entanto, o Exército israelita refere apenas "alvos militares". 

“As Forças Armadas Israelitas (IDF na sigla inglesa) estão atualmente a atacar alvos no Irão”, disse o porta-voz das IDF, Daniel Hagari, numa comunicação. “Isto é uma resposta aos persistentes ataques do regime iraniano ao Estado de Israel.”

Segundo esta fonte, foram utilizadas armas de precisão contra alvos militares. "As IDF estão totalmente preparadas no ataque e na defesa. Estamos a acompanhar os desenvolvimentos do Irão e dos seus representantes na região", disse.

Contabilizaram-se pelo menos cinco explosões oriundas de uma zona a oeste da cidade, que já se presumia como o alvo da retaliação israelita do ataque do Irão do início do mês.

Os media internacionais avançaram ainda que os Estados Unidos foram informados de antemão desta ação militar. No entanto, não existiu qualquer ação direta norte-americana no ataque.

“Entendemos que Israel está a conduzir ataques direcionados contra alvos militares no Irão como exercício de autodefesa e em resposta ao ataque de mísseis balísticos do Irão contra Israel, a 1 de outubro. Encaminhamos para o governo israelita para obter mais informações sobre a sua operação”, disse à CNN Sean Savett, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.

O Irão tinha atacado Israel a 1 de outubro com dezenas de mísseis por vingança da morte do líder do Hezbollah Hassan Nasrallah.

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