Os jornalistas foram esta segunda-feira, 4 de maio, retirados da Casa Branca, após terem sido ouvidos disparos nas ruas mais próximas da residência oficial do presidente dos Estados Unidos. "Os Serviços Secretos dos EUA acabaram de nos evacuar da nossa posição de câmara no relvado norte da Casa Branca", escreveu a jornalista Megan Cassella, da CNBC, numa publicação no Facebook. "Estamos reunidos na sala de imprensa. Não temos informações sobre o que está a acontecer", acrescentou.. Entretanto, os serviços secretos anunciaram que um homem foi baleado por agentes da polícia nas imediações da Casa Branca, cujo acesso foi bloqueado. Esse bloqueio foi decretado poucos minutos antes de Donald Trump discursar numa cimeira de pequenas empresas no Salão Leste do edifício."Ainda não há confirmação sobre qual era a ameaça. Os agentes ainda estão no local", contou Cassella..Testemunhas relataram ter ouvido vários tiros. Estes disparos praticamente à porta da Casa Branca ocorreram uma semana depois da tentativa de assassinato do presidente durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, que chocou o país. Cole Allen, de 31 anos, invadiu o perímetro de segurança do Hotel Washington Hilton, onde decorria o jantar, e abriu fogo antes de ser imobilizado e detido. Um agente dos Serviços Secretos foi atingido no seu colete à prova de bala, mas não sofreu ferimentos graves.O procurador-geral interino, Todd Blanche, acredita que Trump e membros do seu gabinete eram os alvos pretendidos do ataque.