Premium Covid-19. Maçons em pânico. Grão-mestre entra em greve de zelo

Desconfinar ou não desconfinar? O chefe do GOL auscultou as bases e não gostou do desinteresse revelado. Decidiu assim entrar em gestão corrente. Eleições continuam adiadas.

Formalmente não é greve de zelo. Diz-se antes "gestão corrente". Seja como for, o grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), a mais antiga obediência maçónica portuguesa, está furioso porque os "irmãos" nunca mais se decidem a desconfinar a organização, permitindo, por exemplo, a realização das eleições que lhe hão de escolher o sucessor na liderança.

Numa diretiva ("prancha") aos membros do GOL datada do passado dia 7 de outubro - e a que o DN teve acesso -, o grão-mestre, Fernando Lima, recorda que o seu mandato já devia ter terminado (em junho passado) e por isso decreta "a auto-limitação de poderes do Conselho da Ordem [o órgão executivo de direção da obediência]", ficando "reduzido à mera gestão corrente". E ,"por imperativo moral e ético", a medida também será "aplicada às para-maçónicas" (que no fundo são IPSS que pertencem ao GOL, assim como há IPSS que pertencem à Igreja). Na decisão da gestão corrente só há explicitamente um dossiê que está excecionado: "As situações urgentes, como é o caso do telhado do nosso Palácio de Lisboa, que reclama intervenção imediata, ou outras similares."

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