Exclusivo Em silêncio, Moscovo e Pequim têm expectativas diferentes

A Rússia perde um presidente que nunca escondeu o seu fascínio por Putin. Xi Jinping vai reencontrar-se com o seu antigo homólogo, mas o mundo e a China mudaram muito.

Num mundo em que o líder contestado da Venezuela Nicolás Maduro e o "autocrata" turco Recep Tayyip Erdogan - que "deve ser derrotado", nas palavras de Joe Biden - congratularam o vencedor das eleições norte-americanas, mas alguns republicanos de topo ainda não o fizeram, não é de estranhar que outros países não alinhados com os Estados Unidos ou com o democrata se remetam ao silêncio. É o caso do Brasil ou do México, mas também e em especial de duas potências geopolíticas, a Rússia e a China.

"O nosso entendimento é que o resultado das eleições será determinado de acordo com as leis e procedimentos dos EUA", disse à imprensa o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Wang Wenbin. Depois de se ter recusado a reconhecer a vitória de Joe Biden, Wang disse: "Esperamos que o novo governo dos EUA possa chegar a um compromisso com a China."

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