Premium Diretores temem final de ano letivo "catastrófico" nas escolas

Associação de diretores alerta para impacto da greve às avaliações, que - a confirmar-se o chumbo da devolução do tempo de serviço - começará mais cedo, logo a 6 de junho, e com sindicatos "acicatados" e "humilhados".

Se há menos de uma semana diretores e representantes das associações de pais olhavam com moderado otimismo para o futuro face à perspetiva do fim da guerra dos professores pela recuperação do tempo de serviço, agora - após a ameaça de demissão do governo e a reviravolta na posição dos partidos - não escondem a apreensão. Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), defende que "o final de ano letivo pode ser mesmo catastrófico" face à perspetiva de "uma derrota humilhante" que poderá deixar os sindicatos "acicatados" para promoverem o protesto nas escolas.

"Tudo mudou em alguns dias", considera. "Se antes eu dizia que as nuvens negras que pairavam desde o início do ano letivo pareciam estar a dissipar-se, agora essas nuvens parecem-me ainda mais densas."

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