Premium Pandemia parece agora o cenário mais provável, dizem os especialistas

Vírus é facilmente transmissível mas há muitas perguntas sem resposta sobre a dinâmica desse contágio, os seus fatores de risco ou até a sua origem. Uma estratégia de combate mais eficaz contra a epidemia terá de passar por esse conhecimento.

Uma certeza existe acerca do covid-19, a nova pneumonia viral que emergiu na China em dezembro e que está agora a espalhar-se rapidamente pelo mundo, e é a de que o novo coronavírus na sua origem, SARS-CoV-2 como foi oficialmente designado, é um poço de incertezas. Apesar de os médicos e os cientistas já terem aprendido muito sobre o novo coronavírus, em tempo recorde - em apenas sete semanas desde que se manifestou a nova doença fizeram uma primeira versão do seu genoma, desvendaram a estrutura de uma das suas proteínas-chave e há neste momento pelo menos 20 vacinas experimentais em desenvolvimento a partir dessa informação -, a verdade é que há muito ainda que não se sabe.

Entre outras informações cruciais, desconhece-se qual é o seu reservatório original, a sua dinâmica de transmissão ou ainda todos os fatores de risco para a infeção. E isso acaba por se refletir no combate à doença, que tem de tomar sobretudo por base os conhecimentos sobre outras doenças respiratórias agudas e outros coronavírus, como os que causaram as epidemias de SARS em 2002 e de MERS em 2013, e basear-se em medidas de contenção para tentar travar a progressão da epidemia.

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