Bruno de Carvalho já não consta na acusação do processo à invasão de Alcochete

Reformulação da acusação feita pelo Ministério Público faz com que o ex-presidente do Sporting já não conste na acusação à invasão da academia leonina

Ministério Público (MP) reformulou e reduziu a acusação do caso da invasão da Academia do Sporting para 19 páginas.

Foram retirados todos os factos considerados não substanciais dos factos e Bruno de Carvalho deixa de aparecer no processo, segundo foi avançado pelo jornal Expresso e posteriormente confirmado pelo DN, que consultou o documento.

O MP já tinha dado como não provado o envolvimento de Bruno de Carvalho no ataque à Academia.

Segundo o MP "a frase 'façam o que quiserem' seria sobre entoar de cânticos e tarjas" e "não se conclui que tenha ligação ou tenha dado instruções [para invasão e agressões]".

O MP apresentou o mesmo parecer relativamente a Nuno Mendes (Mustafá, líder da Juve Leo) e a Bruno Jacinto, oficial de ligação aos adeptos na altura.

Também não ficou provado o crime de terrorismo.

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