Rúben Dias, capitão do Manchester City.
Rúben Dias, capitão do Manchester City.Paul ELLIS / AFP

Rúben Dias e Farioli em altercação no túnel do Estádio do Dragão após o FC Porto-Manchester City

Imprensa inglesa avança com relatos de que jogador português e treinador dos dragões andaram em empurrões depois da estreia amarga azul e branca na Liga dos Campeões.
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A derrota por 2-0 do FC Porto em casa contra o Manchester City no arranque da Liga dos Campeões é esta quarta-feira ainda notícia em Inglaterra pelo que poderá ditar em termos de castigos futuros, uma vez que se relatam incidentes fora do relvado.

O Daily Mail afirma que Marcus Bettinelli, guarda-redes suplente do Man. City, foi "empurrado por dirigentes do FC Porto no túnel do Estádio do Dragão", relatando "uma breve confusão, com Rúben Dias a empurrar o técnico Francesco Farioli" no túnel de acesso aos balneários.

Segundo o jornal são referidas testemunhas que ditem ter visto a necessidade de "seguranças terem de separar os jogadores e que o árbitro Szymon Marciniak também interveio". Referindo a presença do árbitro no local, pressupõe-se que possa existir a menção no relatório de jogo, o que pode levar tanto os clubes como os jogadores a serem alvo de medidas disciplinares por parte da UEFA.

Rúben Dias, um dos capitães do City e figura de proa da Seleção Nacional, estava visivelmente enfurecido ainda antes de ir para os balneários e foi visto a afastar ostensivamente Tiago Madureira, diretor de futebol do FC Porto, isto na sequência de Enzo Fernández ter apontado um dedo ao responsável portista, o que incendiou as hostes.

Já o Manchester Evening News realça que o conflito entre Gabri Veiga e Guehi continuou no túnel também e que o médio azul e branco teve de ser afastado da confusão por elementos do staff do FC Porto.

Enzo Maresca preferiu não alimentar considerações sobre um possível rol de castigos para os jogadores citizens após um inquérito da UEFA, mas criticou a postura do banco azul e branco. "Pode perguntar o que quiser, mas quantas vezes me viu, ou ao meu banco, ou às pessoas que trabalham comigo, a levantar-se? Zero, durante 95 minutos. Quantas vezes viu o banco deles?!", atirou o treinador do Manchester City.

Farioli apontou à arbitragem, questionando a agressividade que ditou que Gabri Veiga ficasse a sangrar. "As imagens no Gabri Veiga foram claras. E o segundo amarelo para o Gvardiol também era claro. Foi um gesto antidesportivo. Podia ter mudado algo, mas faz parte do jogo", analisou no final do encontro em que o FC Porto não acertou na baliza de Donnarumma e no qual Haaland, com dois golos, fez a diferença, apesar do desempenho de Diogo Costa na baliza.

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