José Sá fez uma placagem a um dos adeptos num treino da Seleção.
José Sá fez uma placagem a um dos adeptos num treino da Seleção.MIGUEL A. LOPES/LUSA

Martínez dá baliza a José Sá contra os Estados Unidos e esconde o restante onze

Selecionador promete "gerir os minutos" e avança poder fazer 11 substituições no encontro de preparação. Gonçalo Guedes sofreu pancada, Pedro Gonçalves evolui a condição.
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Na madrugada de quarta-feira, Portugal defronta os Estados Unidos da América e Roberto Martínez antecipou o guarda-redes escolhido e que terá vaga no Mundial'2026, mas escondeu o resto do onze. "Temos até 11 substituições, portanto vamos gerir o esforço e os minutos. O José Sá está na baliza e vamos utilizar ao máximo os jogadores que temos", garantiu, concordando que foi uma "gestão complexa" a que teve de fazer contra o México. "Nos amigáveis é normal que se façam 10 ou 11 substituições, é preciso tempo para a hidratação e para a gestão. O 11 inicial é importante, mas não essencial", revelou em Atlanta, ainda antes do treino que antecede o encontro com os Estados Unidos da América.

Martínez adiantou que Gonçalo Guedes é a principal dúvida, após ter sofrido "uma pancada contra o México". "Vamos avaliar e tomaremos a decisão", explicou, acrescentando que Pedro Gonçalves, que chegou condicionado aos trabalhos, "está a treinar e evoluiu a condição" e que "os restantes estão a treinar." Não desvendou sequer se Ricardo Horta ou Mateus Fernandes vão ter minutos, preferindo valorizar "o mérito pelos 20 meses" do médio no West Ham.

Para o selecionar nacional, as escolhas finais são "difíceis", porque "não se trata apenas do que o jogador consegue fazer, mas também a importância do aspecto tático e da competitividade que existe", destaca, elogiando a resposta de Samu Costa e Matheus Nunes no jogo com o México.

Relativizou o empate a zeros no Azteca no fim de semana. "Estamos a preparar os jogos em altitude e estamos muito satisfeitos com o estágio. Precisamos de ter mais jogadores na área, afinar a decisão no último terço, mas fiquei satisfeito com o que os jogadores deram", diz, afirmando categórico: "Quisemos poupar tempo em junho. Foco não é ganhar ao México e aos EUA, mas preparar o Mundial e a escolha final."

Elogiou o adversário, a sequência sem perder antes do embate com a Bélgica, destacando a "equipa agressiva e com jogadores fortes entre linhas e também verticais", como Mckennie e Pulisic.

Portugal fará o jogo 700 da sua história e enfrenta pela oitava vez os EUA, seleção que não vence há mais de 30 anos. A derrota no Mundial da Coreia-Japão é, ainda hoje, uma marca muito negativa na história nacional.

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