O Parque Papa Francisco, transformado na cidade do rock, albergou em quatro dias (dois fins de semana, entre os dias 20, 21, 27 e 28 de junho) 330 mil, anunciou este domingo a vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina, enquanto fazia um balanço do festival. Daqui a dois anos, nos dias 17, 18, 24 e 25 de junho, o festival volta a Lisboa, para continuar a missão pararlela à evidente de manter as pessoas presas aos palcos: "é sobre valorizar Lisboa e contribuir para posicionar Portugal entre os grandes destinos mundiais de cultura, turismo e entretenimento", explicou Roberta Medina este domingo.De acordo com o rosto mais conhecido do Rock in Rio (para além dos artistas que passaram pelos vários palcos, como Rod Stewart, Cyndi Lauper ou Joss Stone), a cidade do rock, este ano, "cresceu e ampliou em muito a sua oferta musical e de infraestruturas".No entanto, a ideia que Roberta Medina quis passar mais, ao lado da vereadora da Câmara de Lisboa Joana Baptista, estava relacionada com o impacto que o festival tem na capital portuguesa, porque,explicou,"além de ter virado um cartão-postal" da cidade, "com essa imagem potente do Palco Mundo e da Ponte Vasco da Gama juntos circulando o mundo todo", o rock in Rio éum contributo "para posicionar Portugal entre os grandes destinos mundiais de cultura, turismo e entretenimento". "Receber visitantes de 127 países, acolher alguns dos maiores artistas do mundo e gerar momentos que são vistos e partilhados à escala global demonstra essa relevância", explicou, enquanto justificava o preço de um bilhete diário do festival – 89 euros– com o facto de dar acesso a 16 concertos. Na perspetiva de Roberta Medina, este valor é baixo, porque assistir a 16 concertos numa outra circunstância teria um preço de 575 euros, explicou."Este é um património construído em conjunto com a cidade de Lisboa, com os nossos parceiros, com os artistas e, acima de tudo, com o público que que deu um show de alegria e harmonia na cidade do rock", garantiu..Carlos Moedas: “O Rock in Rio já faz parte da alma e da identidade de Lisboa”.Rock in Rio 2026: está tudo pronto para a "maior edição de sempre"