Bruno Marchand vai integrar a direção do MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, liderada por João Pinharanda, a partir de 1 de março de 2026. Assumirá o cargo de diretor-adjunto, substituindo Sérgio Mah que em maio ocupará a direção do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian, anuncia em comunicado a Fundação EDP, instituição a que pertence o MAAT. Bruno Marchand é, desde 2020, programador de Artes Visuais da Culturgest, tendo sido responsável por exposições de artistas como Samson Kambalu, Daniel Dewer & Grégory Gicquel, Mattia Denisse, Tony Conrad, Peter Wachtler, Sónia Almeida, Enzo Cucchi, Júlia Ventura, Alexandre Estrela, Jean Painlevé, Alexandra Bircken e Sara Graça.O curador, natural de Évora, é licenciado em Design de Comunicação e mestre em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, tendo sido aluno de Delfim Sardo. É doutorando em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra, com uma tese sobre a natureza da experiência expositiva. No currículo tem passagens pela Galeria 111(entre 2003 e 2008) onde trabalhou nas áreas de produção e comunicação, pela Chiado 8 - Arte Contemporânea (de 2009 a 2013), onde foi curador, pela galeria ProjecteSD, em Barcelona (em 2016), onde foi assistente de direção e, entre 2017 e 2019, integrou o departamento de Artes Visuais da Galeria Zé dos Bois, em Lisboa. É autor do livro Casa do Sul (2004), sobre a vida e obra do artista José de Carvalho e editou Robert Rauschenberg: A Crítica e a Obra de 1949 a 1974 , em 2008. No âmbito de Guimarães Capital Europeia da Cultura, em 2012, coeditou com Pedro Faro os Cadernos de Curadoria, um conjunto de doze jornais gratuitos dedicados à reflexão sobre as práticas curatoriais em Portugal. .Sérgio Mah será o novo diretor do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian .Sara Graça: A precariedade de uma geração e a arte como processo de resolução de problemas e improviso