Tempos difíceis e futuro melhor são constantes nas mensagens de Ano Novo

Tempos difíceis e futuro melhor são constantes nas mensagens de Ano Novo

Nem as enormes diferenças entre Jorge Sampaio, Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa impediram discursos parecidos no início de cada ano. Ameaças à economia, à segurança e à saúde coabitam com a esperança na resolução dos problemas do país
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Desta vez Marcelo Rebelo de Sousa não poderá incluir na mensagem presidencial de Ano Novo uma menção à "vantagem comparativa" da estabilidade política, decorrente da maioria absoluta "com responsabilidade absoluta", como fez no arranque de 2023, mas é provável que os portugueses voltem a ouvir palavras que não lhes soarão estranhas.

Recuando até 2000, com três chefes de Estado tão díspares quanto o já falecido Jorge Sampaio, Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa, as crises sentidas no passado e no presente, devido à troika, à covid-19 ou outra coisa qualquer, ombreiam com as oportunidades e desafios que surgem no horizonte do país.

Jorge Sampaio

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