Revista de imprensa. Queixa de assédio agita Parlamento e surdos sem 112 há quase cinco anos
O Público destaca esta quinta-feira, 3 de setembro, que queixa de assédio laboral no Parlamento causa agitação no Parlamento. Acusação de “perseguições e ilegalidades” chegou em denúncia anónima contra o adjunto da secretária-geral, diz, acrescentando que o presidente da Assembleia da República determinou o arquivamento do processo por proposta do auditor jurídico e não revela conteúdo das conclusões.
Este jornal escreve ainda que quase 79% dos jovens internados em centros educativos já tinham medidas tutelares anteriores. "Intervenção precoce é essencial para reverter histórias de insucesso que se repetem, salienta-se no relatório da Comissão de Acompanhamento e Fiscalização dos Centros Educativos", diz.
O Jornal de Notícias faz manchte com a informação de que metade das câmaras tem as escolas abertas até às 19h00 para adaptar horários às carências das famílias. Maioria dos programas é paga e preços vão dos quatro aos 125 euros por mês, com descontos para carenciados.
No JN lê-se também que os surdos estão sem acesso direto ao 112 há quase cinco anos. "Desde dezembro de 2021, quando deixou de funcionar a aplicação MAI 112, não existe uma solução que permita pedir socorro de forma autónoma e acessível em Língua Gestual Portuguesa (LGP). Associações denunciam falta de autonomia e exigem solução permanente", lê-se.
O Correio da Manhã faz manchete com um crime num hotel do Algarve em que uma criança de quatro anos que assistiu ao pai a matar a mãe com uma tesura.
Este diário diz ainda que a Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE) enviou esta semana instruções às escolas a avisar que os professores terão já a partir deste mês “um prazo máximo de cinco dias após o final do mês” para inserirem os sumários das aulas. Estes dados serão decisivos para o pagamento dos salários aos docentes e para contabilizar o número de alunos sem aulas.
O Diário de Notícias dá destaque aos fogos florestais e diz que a área ardida cai 74% face ao ano passado.
O Negócios destaca que o reforço da garantia dá para mais 670 milhões em crédito de casa para jovens. "O Novo Banco tem o seu primeiro reforço depois de ter pedido uma das quotas iniciais mais baixas entre as maiores instituições do sistema. O Banco Montepio duplica o envelope", escreve.
O Eco avança que a Galp conclui parceria estratégica com TotalEnergies na Namíbia. "Acordo com a empresa francesa reforça exposição "a uma das regiões mais promissoras para o desenvolvimento de novos projetos de petróleo e gás a nível global", sublinha a Galp.
