A Constituição da República faz 50 anos nesta quinta-feira e o jornal Público destaca que metade dos portugueses identifica-se com a Constituição, só 10% não se reveem nela. A conclusão é de um estudo do Instituto para as Políticas Públicas Sociais (IPPS) do Iscte. “O que pensam os portugueses 2026. 50 anos de Constituição”, da autoria de Pedro Adão e Silva e Isabel Flores, avaliou “as atitudes, perceções e opiniões dos cidadãos face ao texto constitucional”, escreve o diário. O estudo foi realizado em parceria com a GfK Metris, com base em 1007 entrevistas a pessoas com mais de 18 anos residentes em Portugal continental, feitas entre 14 de fevereiro e 3 de março. O estudo revela ainda que independentemente de apoiarem a Constituição, 58% dos inquiridos consideram que deve ser alvo de uma revisão e apenas 14% não concordam com alterações. A maioria defende uma revisão para criminalizar o enriquecimento ilícito e reduzir o número de deputados. Mas rejeitam o despedimento sem justa causa e limites à greve, avança o Público. .Leia aqui o DN desta terça-feira, 31 de março.O Jornal de Notícias coloca em manchete que o Estado vai devolver menos IRS aos contribuintes e haverá famílias que terão de pagar na altura do acerto de contas. E isso porque o Governo tem vindo a reduzir a taxa de retenção na fonte do imposto a pagar pelos contribuintes, aproximando o imposto retido ao valor efetivamente devido. Com menor retenção ao longo do ano, os reembolsos, tal como já sucedeu no ano passado, serão menores do que era habitual e haverá mesmo quem passe a ter de pagar em vez de receber reembolso de IRS. Amanhã arranca o prazo para a entrega da declaração de IRS que termina a 30 de junho.O IRS é também o tema em destaque no Correio da Manhã. "Retenções na fonte diminuíram. Muitos contribuintes que recebiam vão ter de pagar" lê-se na capa. O diário avança também que Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva e fundador do Banco BIC, foi detido pela PSP na última quinta-feira e posteriormente libertado por ordem do Ministério Público por suspeitas de violência doméstica. Terá batido na mulher na Clínica de S. João de Deus, no centro de Lisboa. Mira Amaral acompanhava a mulher a uma consulta de Imagiologia e, conta uma testemunha, "esbofeteou a mulher à frente de todos", ameaçando que "ia apanhar mais quando chegassem a casa".A polícia foi de imediato chamada e Mira Amaral foi detido em flagrante delito, avança o jornal. Ouvido pelo CM, o ex-ministro confirmou a detenção, sublinhando que saiu em liberdade “sem nenhuma medida de coação”. Diz que não bateu na mulher: “Estava nervoso porque ela está muito doente e só lhe agarrei o braço. Não percebo como chamaram a polícia”, afirma, sublinhando que a mulher não apresentou queixa.