Revista de imprensa: Metade dos portugueses revê-se na Constituição e mais famílias vão pagar IRS
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa: Metade dos portugueses revê-se na Constituição e mais famílias vão pagar IRS

Veja os destaque da imprensa nacional desta terça-feira, 31 de março.
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A Constituição da República faz 50 anos nesta quinta-feira e o jornal Público destaca que metade dos portugueses identifica-se com a Constituição, só 10% não se reveem nela. A conclusão é de um estudo do Instituto para as Políticas Públicas Sociais (IPPS) do Iscte. “O que pensam os portugueses 2026. 50 anos de Constituição”, da autoria de Pedro Adão e Silva e Isabel Flores, avaliou “as atitudes, perceções e opiniões dos cidadãos face ao texto constitucional”, escreve o diário. O estudo foi realizado em parceria com a GfK Metris, com base em 1007 entrevistas a pessoas com mais de 18 anos residentes em Portugal continental, feitas entre 14 de fevereiro e 3 de março.

O estudo revela ainda que independentemente de apoiarem a Constituição, 58% dos inquiridos consideram que deve ser alvo de uma revisão e apenas 14% não concordam com alterações. A maioria defende uma revisão para criminalizar o enriquecimento ilícito e reduzir o número de deputados. Mas rejeitam o despedimento sem justa causa e limites à greve, avança o Público.

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Leia aqui o DN desta terça-feira, 31 de março


O Jornal de Notícias coloca em manchete que o Estado vai devolver menos IRS aos contribuintes e haverá famílias que terão de pagar na altura do acerto de contas. E isso porque o Governo tem vindo a reduzir a taxa de retenção na fonte do imposto a pagar pelos contribuintes, aproximando o imposto retido ao valor efetivamente devido. Com menor reten­ção ao longo do ano, os reembolsos, tal como já sucedeu no ano passado, serão menores do que era habitual e haverá mesmo quem passe a ter de pagar em vez de receber reembolso de IRS. Amanhã arranca o prazo para a entrega da declaração de IRS que termina a 30 de junho.

O IRS é também o tema em destaque no Correio da Manhã. "Retenções na fonte diminuíram. Muitos contribuintes que recebiam vão ter de pagar" lê-se na capa.

O diário avança também que Mira Ama­ral, antigo minis­tro de Cavaco Silva e fun­da­dor do Banco BIC, foi detido pela PSP na última quinta-feira e pos­te­ri­or­mente liber­tado por ordem do Minis­té­rio Público por sus­peitas de vio­lên­cia domés­tica. Terá batido na mulher na Clí­nica de S. João de Deus, no cen­tro de Lis­boa. Mira Ama­ral acom­pa­nhava a mulher a uma con­sulta de Ima­gi­o­lo­gia e, con­ta uma testemunha, "esbo­fe­teou a mulher à frente de todos", ame­a­çando que "ia apa­nhar mais quando che­gas­sem a casa".

A polí­cia foi de ime­di­ato cha­mada e Mira Ama­ral foi detido em fla­grante delito, avança o jornal. Ouvido pelo CM, o ex-ministro con­firmou a detenção, sublinhando que saiu em liber­dade “sem nenhuma medida de coa­ção”. Diz que não bateu na mulher: “Estava ner­voso por­que ela está muito doente e só lhe agar­rei o braço. Não per­cebo como cha­ma­ram a polí­cia”, afirma, sublinhando que a mulher não apre­sen­tou queixa.

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