As consequências da depressão Kristin continam a dominar a atualidade nacional. No Público, especialistas criticam a ativação tardia do plano nacional de emergência, considerando que deveriam ter sido accionados alguns planos municipais e distritais de emergência de forma preventiva, perante o aviso vermelho lançado pelo instituto de meteorologia.No Jornal de Notícias lê-se que, por causa da tempestade, os salários ficaram por pagar e os trabalhadores precários sem emprego.O Correio da Manhã lembra que, quase uma semana após a tragédia, milhares de pessoas continuam sem água e sem luz.Já o DN destaca que algumas seguradoras já estão a pagar indemnizações. Mas a Associação Portuguesa de Seguradores lembra que maioria dos danos não estão cobertos. Por isso exorta Governo a decidir sobre Fundo de Catástrofes e seguros obrigatórios para tempestades..Leia aqui o DN desta terça-feira, 3 de fevereiro.No Negócios lê-se que, do betão, ao vidro e à cerâmica, a Kristin parou fábricas e deixa prejuízos de milhões. Cinta que a tempestade fez parar duas fábricas da Secil e que a Betão-Liz, da Cimpor, ainda tem três sem laborar. O corte de energia também parou produção da indústria do vidro de embalagem e da cerâmica. O Eco destaca que a Kristin deixa setores dos moldes e componentes sem capacidade para abastecer multinacionais e exportações.O Expresso conta que as barragens libertaram em três dias a água que Portugal consome num ano e que a depressão Leonardo, que se manifesta já esta terça-feira, agrava o risco de cheias. Lê-se ainda que, em Leiria, a maioria dos estabelecimentos de ensino deve reabrir na quarta-feira, mas nos “casos mais difíceis” só deverá ser possível na próxima segunda-feira. Destaque ainda, no Púbico, para uma entrevista ao presidente da Fnam, que defende melhores condições de trabalho e salariais para fixar médicos no SNS e deixa alerta sobre as mudanças na prestação de serviços médicos: o Governo “não pode hostilizar” tarefeiros de um momento para o outro “porque o serviço público cai”.O Correio da Manhã fala ainda da motorista da Carris que foi morta a tiro em Lisboa pelo ex-namorado.