Revista de imprensa. Câmaras têm de pagar pela ajuda de militares e madeira acumulada é combustível para incêndios
FOTO: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Câmaras têm de pagar pela ajuda de militares e madeira acumulada é combustível para incêndios

Leia os destaques da imprensa desta quinta-feira, 26 de fevereiro.
Publicado a

As Cãmaras têm de pagar por ajuda de militares em situações de emergência; destaca esta quinta-feira, 26 de fevereiro, o Jornal de Notícias. De acordo com o jornal, as autarquias dos concelhos em situação de calamidade suportaram todas as despesas dos militares das Forças Armadas (FA) que atuaram no terreno em missões ligadas à Proteção Civil no combate aos efeitos do comboio de tempestades que assolou parte do país. Os casos estão abrangidos pela lei e preveem que o Estado central venha a compensar os municípios. No entanto, não há ainda prazos definidos para a devolução das verbas adiantadas, diz o JN.

O Público realça que a tempestade faz aumentar em 50% o combustível para incêndios nas florestas, pelo que os especialistas alertam para a urgência de limpar as toneladas de madeira acumuladas na região centro. Traz ainda uma entrevista feita em parceria com a Rádio Renascença, a Hugo Soares, líder parlamentar e secretário-geral do PSD, que responde a críticas de Passos Coelho. "É um tiro ao lado", diz.

No Correio da Manhã o destaque vai para o tiroteio que fez três feridos na Rua do Benformoso. "Guerra de droga com tiros no coração de Lisboa", titula.

O Diário de Notícias avança que os processos contra a AIMA descem 78% após mudança na lei. Diz ainda que os prejuízos no turismo do Centro superam os 15 milhões de euros e setor pede apoios a fundo perdido.

Revista de imprensa. Câmaras têm de pagar pela ajuda de militares e madeira acumulada é combustível para incêndios
Leia aqui o DN desta quinta-feira, 26 de fevereiro

O Negócios escreve que reestruturações fazem cair cerca de 330 dirigentes só no IEFP. "Diploma publicado na semana passada fez cessar a comissão de serviço de todos os dirigentes do IEFP, o que vai abrir a porta a novas nomeações e concursos. Na ACT, na DGERT e noutros institutos tutelados pelo Ministério do Trabalho, agora reestruturados, a consequência é a mesma", diz.

O Eco resumo as propostas que os partidos levaram a Luís Montenegro para o Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR).

Em entrevista ao Expresso, Mário Mourão, secretário-geral da UGT, diz que as negociações sobre o Código do Trabalho estão paradas e exige que a sua proposta seja discutida antes da reunião de terça-feira

Diário de Notícias
www.dn.pt