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Leia a revista de imprensaFoto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. A morte de elemento do gangue do Rolex e os pedidos de ajuda de homens por violência doméstica

Leia os destaques da imprensa desta quarta-feira, 26 de agosto.
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O Público destaca esta quarta-feira, 26 de agosto, que a ONU pede retirada de projetos do PSD, Chega e CDS sobre identidade de género. "Alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos enviou carta crítica ao Parlamento. Volker Türk considera que projetos de lei podem pôr em causa obrigações de Portugal em matéria de direitos humanos", lê-se.

Este jornal destaca ainda que Matosinhos entregou casa a 512 famílias, mas já tem mais de mil à espera. Um caso paradigmático, diz, já que o PRR serviu de alavanca, mas a crise da habitação não parece ter fim à vista.

No Jornal de Notícias o destaque vai para o aumento do número de homens que pedem ajuda por violência doméstica. Só no ano passado foram apoiados pelos técnicos da Associação de Apoio à Vítima 774 homens, todos agredidos pelos atuais ou antigos namorados, companheiros ou cônjuges, escreve.

Este jornal tem também em destaque a morte de um elemento do "Gangue do Rolex" quando o alvo de um assalto reagiu e abalroou a mota onde este seguia. Um tema que esté em manchete no Correio da Manhã, com o título "Vítima de assalto mata ladrão do Rolex".

O Diário de Notícias conta que as teleconsultas estão a caminho de superar um milhão este ano.

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Leia aqui o DN desta quarta-feira, 26 de agosto

O Expresso dá conta do nascimento do "Instituto Progresso", novo think-tank presidido pelo deputado socialista Miguel Costa Matos que quer falar para eleitorado que elegeu Seguro.

No Observador lê-se que este think-tank é dominado por socialistas e elementos de gabinetes dos governos Costa, mas também é subscrito por nomes do PSD, Livre, BE e por Isaltino Morais. Centeno estará na 1ª conferência.

O Negócios avança que o Governo admite dividir a REN, uma hipótese para a qual os especialistas vemm vantagens. "Separar a gestão e o planeamento do sistema das infraestruturas é um dos cenários analisados pelo Governo para o futuro da REN. Vítor Santos e Luís Mira Amaral veem sentido na discussão, defendendo que a separação pode reforçar a neutralidade das decisões e o controlo público de funções estratégicas num sistema elétrico em transformação", lê-se.

O Eco diz que TAP aposta na defesa para crescer negócio da manutenção e privatização pode ajudar.

Diário de Notícias
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