Revista de imprensa. A fuga dos bancos e dos seguros da Baixa de Lisboa e a taxa ilegal sobre combustíveis
O Público desta segunda-feira, 24 de agosto, destaca que a banca e os seguros deixam a Baixa de Lisboa, pondo fim a um projeto financeiro com 20 anos. "Banco de Portugal vai sair e põe um fim à Baixa como pólo financeiro, um desfecho que há décadas vem sendo desenhado, apesar de até ter havido um plano para dar centralidade à zona", lê-se.
O Jornal de Notícias diz que taxa ilegal sobre os combustíveis rende mais de 700 milhões à Infraestruturas de Portugal. "Na hora de abastecer o carro, metade do preço são impostos e uma boa parte desse dinheiro vai direto para os cofres da Infraestruturas de Portugal. São dois milhões por dia destinados à gestão da rede rodoviária nacional, através da Consignação de Serviço Rodoviário (CSR). O insólito é que essa taxa foi declarada ilegal, em 2022, pelo Tribunal da Justiça da União Europeia, mas o Governo incorporou-a no imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP), para fintar a decisão judicial e continuar a cobrar o valor", diz o jornal num dia em que os combustíveis voltam a subir.
O Diário de Ntícias avança que desde o início da guerra os combustíveis já subiram 15 vezes e desceram 10. Mas o destaque principal vai para os incêndios, com a ANEPC a afirmar que “atualmente, não é possível determinar, de forma rigorosa, o custo total de uma ocorrência específica”.
O Correio da Manhã destaca o balanço trágico de que seis menores foram assassinados por familiares em oito meses. "Este ano já morreram 26 pessoas em contexto familiar - 16 mulheres, seis crianças e quatro homens -, quase tantas como nos 12 meses de 2025", lê-se.
O Expresso conta que académicos portugueses "chumbam" tese de doutoramento de Francisco Gomes, deputado do Chega, intitulada “A Autonomia na Madeira (Portugal): Definição, origens, evolução e desafios” e que tem como protagonista Alberto João Jardim, que é citado 330 vezes.
No Observador há um trabalho sobre as avarias nos elevadores e escadas rolantes do Metro de Lisboa. Diz que há escadas rolantes avariadas há 3 anos e 7 meses.
O Negócios conta que a banca portuguesa quer compensações e acautelar fuga de depósitos com euro digital. "Os cinco maiores bancos portugueses salientam a natureza estratégica do euro digital, mas avisam que o projeto não pode colocar em causa o seu papel na intermediação financeira. E há até quem peça compensação pelo investimento", diz.
No Eco o destaque vai para uma entrevista ao professor Jorge Bravo, coordenador do grupo de trabalho para reforma da Segurança Social, que defende que baixar a idade da reforma seria “convidar cidadãos a terem piores pensões”.
