O local ficará iluminado para homenagear simbolicamente os agentes de segurança que morreram em serviço.
O local ficará iluminado para homenagear simbolicamente os agentes de segurança que morreram em serviço.Foto: Paulo Spranger

Portugal homenageia agentes de polícia falecidos em serviço

País se integra à iniciativa "Remembering Fallen Officers”, da Interpol, com a iluminação em azul da estátua equestre de D. José I, na Praça do Comércio, em Lisboa.
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Quem passar em frente à estátua equestre de D. José I, na Praça do Comércio, em Lisboa, verá uma iluminação azul. Nas noites desta sexta-feira, 6 de março, e sábado, 7 de março, a partir das 18h45, o local ficará iluminado para homenagear simbolicamente os agentes de segurança que morreram em serviço.

A homenagem, intitulada Remembering Fallen Officers, é da Interpol, à qual Portugal se associa nesta iniciativa de caráter internacional. “Cada perda em serviço tem impacto nas famílias, nas instituições e na segurança das comunidades. Assinalamos o reconhecimento a todos os profissionais das forças de segurança que, dia após dia, assumem o compromisso de garantir a segurança e a proteção dos cidadãos”, destaca um comunicado conjunto enviado às redações.

As forças de segurança destacam dois óbitos recentes de profissionais que “perderam a vida enquanto cumpriam o seu dever”. Um deles é o cabo da GNR Pedro Manata e Silva, de 50 anos, que faleceu quando a embarcação em que seguia foi abalroada por uma lancha de alta velocidade ligada ao narcotráfico.

O outro é o guarda-principal Válter Canastreiro, vítima de um acidente na Ribeira de Caia durante a tempestade Kristin, no decorrer de um serviço de apoio à população. O profissional realizava esse serviço de forma voluntária durante o seu período de descanso.

Em Portugal, a coordenação nacional da iniciativa é assegurada pelo Gabinete Nacional INTERPOL (NCB Lisboa), integrado no Sistema de Segurança Interna. A iniciativa conta ainda com o envolvimento da Polícia de Segurança Pública (PSP), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia Judiciária (PJ), bem como com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa (CML).

amanda.lima@dn.pt

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