Os cinco detidos no âmbito da operação “Imergente”, entre os quais o assessor do secretário-geral do Partido Socialista (PS), Duarte Moral, foram esta sexta-feira, 29 de maio, libertados. Porém, ficam sujeitos a várias medidas de coação, entre as quais Termo de Identidade e Residência, avança a SIC Notícias.Ficam também proibidos de falar com os outros arguidos, assim como com titulares de cargos políticos e funcionários das autarquias da Amadora, Oeiras, Alcântara e as freguesias lisboetas de Misericórdia e Santa Maria Maior. A operação “Imergente”, conduzida pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ, envolve centenas de inspetores e que fizeram buscas em várias juntas de freguesia socialistas, entre elas a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, assim como na sede do partido, no Largo do Rato. As autoridades investigam suspeitas de prevaricação e participação económica em negócio relacionadas com adjudicações de contratos por câmaras municipais e juntas de freguesia.Segundo informações da PJ, foram realizadas quatro detenções fora de flagrante delito, uma detenção em flagrante por posse ilegal de arma e constituídos 37 arguidos.Um dos detidos é Duarte Moral, antigo assessor do ex-primeiro-ministro António Costa, que trabalha atualmente com José Luís Carneiro na comunicação do líder socialista.No centro da investigação desta operação da PJ, denominada "Imergente", estará precisamente a atividade de uma empresa de comunicação, Diálogo Emergente, criada por Duarte Moral em 2021, com um sócio, Rui Pedro Nascimento..Carneiro não suspende Duarte Moral até conhecer medidas de coação.Antigo jornalista e assessor de Costa e Carneiro. Quem é Duarte Moral, implicado na operação "Imergente"?.Operação "Imergente". Miguel Coelho suspende mandato como deputado municipal do PS em Lisboa