Altas temparaturas em França
Altas temparaturas em FrançaYOAN VALAT/EPA

Onde de calor na Europa matou mais 1300 pessoas desde 21 de junho do que é habitual, diz OMS

Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde diz que está a trabalhar com os Estados-membros da UE "para enfrentar as ameaças à saúde provocadas pelo calor extremo", um 'assassino silencioso'.
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O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse este domingo, 28 de junho, que "desde 21 de junho foram registadas mais de 1300 mortes em excesso associadas às elevadas temperaturas na Europa".

O líder da OMS utilizou a rede social X para dizer que "o stress térmico é frequentemente designado como o 'assassino silencioso', e as habitações, os locais de trabalho e as escolas europeias não foram concebidos para suportar estas temperaturas".

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Tedros Adhanom Ghebreyesus adianta que a OMS "está a trabalhar com os seus Estados-membros e parceiros para enfrentar as ameaças à saúde provocadas pelo calor extremo, centrando-se na preparação, na prevenção e no reforço da capacidade de resposta dos sistemas de saúde".

Em particular, sublinha o responsável desta organização internacional, os países estão ser incentivados "a implementarem planos de ação para a saúde em situações de calor extremo, como parte de uma agenda mais ampla destinada a proteger a saúde face às alterações climáticas".

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