Maus tratos. Seis anos de prisão efetiva para auxiliar de educação de creche de Rabo de Peixe
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Maus tratos. Seis anos de prisão efetiva para auxiliar de educação de creche de Rabo de Peixe

As restantes três arguidas receberam penas entre dois e cinco anos, todas suspensas.
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Uma auxiliar de educação foi esta quinta-feira, 21 de maio, condenada a seis anos de prisão efetiva por maus tratos numa creche de Rabo de Peixe, nos Açores. As restantes três arguidas receberam penas entre dois e cinco anos, todas suspensas.

As quatro mulheres, ex-funcionárias da Casa do Povo de Rabo de Peixe, estavam acusadas pela alegada prática de um total de 44 crimes de maus-tratos a crianças.

Para o tribunal, ficaram provados os factos da acusação, nomeadamente que as quatro ex-funcionárias cometeram crimes de maus-tratos contra 17 crianças (bebés de meses e crianças com 1, 2 e 3 anos) à sua responsabilidade, quando exerciam a categoria profissional de ajudantes de educação na Creche Centro de Apoio à Criança da Casa do Povo de Rabo de Peixe.

A arguida que estava acusada de ter cometido mais crimes de maus-tratos foi condenada a seis anos de prisão efetiva; a outra suspeita foi aplicada uma pena de prisão de cinco anos, suspensa por igual período. Uma terceira arguida foi condenada a dois anos e meio de pena suspensa e a quarta a dois anos de prisão, também suspensa por igual período.

O Ministério Público vai recorrer das penas suspensas, segundo fonte judicial.

Maus tratos. Seis anos de prisão efetiva para auxiliar de educação de creche de Rabo de Peixe
Quatro auxiliares de educação de Rabo de Peixe acusadas de 44 crimes de maus-tratos a crianças
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