Número de internados abaixo dos 700 pela primeira vez desde 4 de outubro

Mais 9 mortes e 423 casos nas últimas 24 horas. Dados da DGS indicam que há mais 610 pessoas que recuperaram da doença.

Registaram-se 423 novos casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico desta quinta-feira (25 de março). São menos 152 casos que os registados no dia anterior.

O relatório diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) indica também que foram reportados mais 9 mortes (menos duas que ontem), elevando para 16 814 o número total de óbitos. Já os diagnósticos de covid-19 somam, no total, 819 210, desde o início da pandemia no país (em março de 2020).

Nesta altura estão hospitalizadas, devido à covid-19, 695 pessoas, um decréscimo de 17 face às 24 horas anteriores. É a primeira vez, desde 4 de outubro de 2020, que o número de doentes internados desce abaixo dos 700.

Há agora 154 doentes internados em unidades de cuidados intensivos (menos um que ontem). É preciso recuar a 17 de outubro para encontrar um número inferior (eram então 148).

Há agora 31 948 casos ativos de covid-19 no país, menos 196 que no dia anterior. Recuperaram da doença 610 pessoas.

Olhando para as várias regiões, Lisboa e Vale do Tejo mantém o maior número de casos (foram 182) e de óbitos (sete, 78% do total do país). A zona centro e a Madeira contabilizam uma morte cada.

O norte teve 126 novos casos, e nenhuma morte a lamentar, tal como a região centro, que conta 59 contágios. No Alentejo foram identificados 17 casos positivos, 22 no Algarve. Nos Açores foram nove e na Madeira oito.

Dados atualizados da evolução da pandemia quando Portugal está a uma semana da data inicialmente prevista para o fim da primeira fase da vacinação (31 de março). O prazo para terminar a primeira etapa do plano de vacinação foi adiado para abril.

SMS falham e há centros de saúde que só vacinam dois dias por semana

As falhas na entrega de vacinas têm sido a justificação das autoridades de saúde, mas o DN falou com quem está no terreno, que relatam outros problemas que estão a tornar o processo de vacinação mais moroso.

O sistema de convocatória por SMS é um dos maiores constrangimentos. E neste momento "há centros de saúde que chegam a ficar só com um dia ou dois na semana para vacinar utentes", explica ao DN o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar.

Em Israel, foi anunciado esta quinta-feira, que mais de metade da população já têm a vacinação completa, com as duas doses, contra a covid-19.

A informação foi divulgada pelo ministro da saúde do país, Yuli Edelstein. O governo fez saber que 50,07% da população recebeu as duas doses da vacina e 55,96% a primeira.

Ou seja, quase 4,6 milhões de israelitas, ou seja mais da metade da população de Israel - país com 9,2 milhões de habitantes - receberam as duas doses da vacina Pfizer/BioNTech, de acordo com os dados do ministério da Saúde.

Ainda no que se refere às vacinas, em relação às quais recai a esperança para que se consiga alcançar o fim da pandemia, a Dinamarca anunciou que vai manter suspensa a administração do fármaco desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca.

O diretor da Agência Nacional de Saúde da Dinamarca explicou que o país precisa de "mais tempo" para excluir inteiramente uma ligação entre os casos conhecidos de coágulos sanguíneos em pessoas vacinadas e a administração da vacina da AstraZeneca.

Covid-19 responsável por 2,74 milhões de mortes em todo o mundo

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 2 745 337 mortos em todo o mundo, segundo o balanço diário da AFP.

Mais de 124 813 160 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus, segundo o balanço da agência de notícias.

Os EUA continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 545 282 mortes e 30 011 551 casos, segundo os dados da universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, o Brasil é o país mais atingido pela doença com 300 685 mortes e 12 220 011 casos.

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