Há três grupos de incendiários, embora muitos dos crimes de incêndio também ocorram por “negligências” da população. Pedro Sarmento Costa-Lusa
Sociedade
Maioria das pessoas que provoca incêndios não é pirómana nem tem outra doença psiquiátrica
Sempre que as chamas devastam mais um pouco da floresta no país, surge a ideia de que a doença psiquiátrica está associada a quem comete este tipo de crime. Mas a maioria dos fogos é provocada por “negligência”, “sentimentos de vingança” ou por “questões económicas”. Dois psiquiatras forenses dizem ao DN que situações destas associadas a pessoas que sofram de piromania “são muito raras", lembrando que a maioria dos incendiários “é imputável”.

