A área ardida quase quadruplicou, registando-se este ano a maior desde 2017.
A área ardida quase quadruplicou, registando-se este ano a maior desde 2017. Foto: Paulo Cunha / Lusa

Luís Neves admite que desorganização da floresta contribui para os incêndios

Mais de 15.000 hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias, tendo a área ardida duplicado entre 01 e 05 de julho.
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O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reconheceu que a desorganização do território florestal em Portugal contribuiu para os mais de 15.000 hectares que arderam nos últimos cinco dias no país. Neves falava aos jornalistas esta terça-feira, 07 de julho, em Castro Verde.

“É evidente que já se foram muitos hectares queimados, mas isso também tem que ver com o território desorganizado, florestal, que nós temos. Há um caminho muito grande a ser feito”, afirmou Luís Neves. O ministro visitou o posto local da GNR e manteve reunião na câmara municipal.

Mais de 15.000 hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias, tendo a área ardida duplicado entre 01 e 05 de julho, revelam dados provisórios do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) consultados pela agência Lusa.

Em relação ao mesmo período de 2025, a área ardida quase quadruplicou, registando-se este ano a maior desde 2017. Já os incêndios aumentaram este ano cerca de 70% em relação ao mesmo período de 2025 e verifica-se o maior número de fogos desde 2022.

A área ardida quase quadruplicou, registando-se este ano a maior desde 2017.
Mais de 15 mil hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias
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