Forças Armadas reforçaram atuação a partir de 30 de janeiro através de contacto direto com municípios
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Forças Armadas reforçaram atuação a partir de 30 de janeiro através de contacto direto com municípios

Forças Armadas dizem que “são agentes de proteção civil secundários no sistema de proteção civil”. Primeiro pedido que receberam da Proteção Civil foi no dia 28 e responderam cinco horas depois.
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A atuação das Forças Armadas no apoio às populações afetadas pela tempestade Kristin tornou-se “mais robusta” a partir de dia 30 de janeiro através do contacto direto com as autarquias, afirmaram esta terça-feira, 10 de fevereiro, os porta-vozes militares.

Em conferência de imprensa na Academia Militar, concelho de Amadora, Lisboa, a porta-voz do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), tenente-coronel Susana Pinto, adiantou que os militares estão no terreno desde o dia 28 de janeiro, primeiro dia da tempestade Kristin.

A militar salientou que as Forças Armadas “são agentes de proteção civil secundários no sistema de proteção civil”, e o primeiro pedido que receberam da Proteção Civil foi no dia 28 às 09:00, tendo respondido às 13:00 do próprio dia.

No dia 29 de janeiro, às 10:30, foi implementado o estado de prontidão “azul”, que implica uma resposta de 24 horas.

O porta-voz da Marinha, comandante Sá Granja, adiantou que existiram dois momentos na atuação das Forças Armadas: um primeiro com pedidos que chegaram via Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e um segundo “que foi muito mais robusto”.

Esta robustez na resposta explica-se pelo facto de ter sido dada autorização para um “contacto direto” entre os ramos das Forças Armadas e os municípios, colocado em prática a partir do dia 30.

“Essa autorização do apoio dos municípios e do contacto direto dos ramos das Forças Armadas com os próprios municípios decorre de uma alteração ou de uma nova linha de ação que foi determinada a nível governamental”, acrescentou, sem detalhar.

A partir desse momento, de acordo com o porta-voz da Marinha, o número de meios, de efetivos e de ações no terreno “aumentou substancialmente”.

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