O Exército diz que continua com meios em prontidão "em função das necessidades sinalizadas pelas autoridades competentes" e que "continuará a prestar apoio às populações enquanto se mantiverem as condições que o justifiquem, em coordenação com as entidades responsáveis pela proteção e socorro, reforçando meios sempre que necessário”, informa o Exército em comunicado.Este sábado, 31, o presidente da Câmara de Leiria criticou a falta de meios no terreno no distrito após os estragos causados pela depressão Kristin. O autarca afirmou que "não é preciso alguém pedir para o Exército ir para o terreno, não é preciso a Proteção Civil pedir ao Ministro da Defesa para pôr pessoas no terreno. Porque quem está atento não precisa de ordem de ninguém para estar na linha da frente". .Autarca de Leiria critica ação no terreno: "Temos que ter todos os recursos disponíveis a nível nacional".O Exército garante que está a empenhar “meios de engenharia, energia, apoio logístico e acolhimento, assegurando ações de limpeza e desobstrução de itinerários, reposição de condições de mobilidade e apoio a infraestruturas essenciais”. Nos últimos dias, aponta, foram mobilizados Destacamentos de Engenharia para Ferreira do Zêzere, e Marinha Grande e Vieira de Leiria, com a missão, sobretudo, de limpeza de itinerários e estradas, tendo ainda sido empenhados três módulos de energia com geradores, em Alvaiázere. Em Tomar o Exército prestou apoio aos bombeiros e ao município. . Para este sábado, além da manutenção das operações em curso, prevê-se “a mobilização de sete equipas de intervenção para a região de Tomar e seis equipas de intervenção com motosserra para a região de Ferreira do Zêzere, com viaturas todo-o-terreno Hilux”, “encontrando-se ainda em fase de mobilização cinco geradores, dos quais três geradores de 150 kVA e dois geradores de 250 kVA”.“O Exército prevê manter o dispositivo em prontidão e, em função das necessidades sinalizadas pelas autoridades competentes, continuar a incrementar e mobilizar meios, estando disponíveis três Destacamentos de Engenharia, oito módulos de energia, capacidade de mil alojamentos (pax) distribuída por dez unidades militares, 17 equipas de limpeza e desobstrução, dois módulos de alojamento (100 pessoas cada), um módulo de alimentação (100 pax) e nove equipas de motosserristas”, indica a nota. .Marcelo defende criação de comissão técnica independente para "avaliação e preparação para o futuro”.Autarca de Coimbra pede ao Governo para manter estado de calamidade na próxima semana