Estação fluvial de Porto Brandão
Estação fluvial de Porto Brandão

Estação fluvial de Porto Brandão reabriu esta quinta-feira

Ligação fluvial estava limitada ao percurso Trafaria – Belém desde dia 11, após ter sido interditada a única estrada que dá acesso à zona, devido ao risco de deslizamento de terras nas arribas.
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A Estação fluvial de Porto Brandão, no concelho de Almada, encerrada desde o dia 11 de fevereiro depois de os acessos rodoviários terem ficado interditados devido ao deslizamento de terras nas arribas, retomou esta quinta-feira, 26 de fevereiro, a atividade, anunciou a Transtejo.

A Transtejo é responsável pelas ligações entre o Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, e Lisboa.

"Em virtude da reabertura dos acessos rodoviários a Porto Brandão, por parte das autoridades competentes, a Estação Fluvial de Porto Brandão encontra-se reaberta e em funcionamento", refere a empresa no seu site.

A partir de agora, adianta a empresa, encontra-se normalizado o serviço regular nesta ligação fluvial.

No dia 11 de fevereiro, a localidade de Porto Brandão foi evacuada devido ao risco de deslizamento de terras nas arribas, tendo sido interditada a viaturas a única estrada que dá acesso à zona.

Estação fluvial de Porto Brandão
Localidade de Porto Brandão, em Almada, evacuada por risco de deslizamento de terras

O serviço de transporte de passageiros ficou limitado ao percurso Trafaria – Belém (Lisboa).

Desde o início das várias tempestades que assolaram o território português, no final de janeiro, o concelho de Almada, no distrito de Setúbal, tem registado vários deslizamentos de terras nas arribas da Costa da Caparica e de Porto Brandão.

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Transtejo: Ligação fluvial entre Trafaria e Porto Brandão interrompida a partir de hoje

Um total de 476 pessoas foram retiradas das suas habitações no concelho, das quais 225 estão alojadas pela autarquia, segundo dados oficiais.

Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

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