O grupo parlamentar do Chega viu aprovado, na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, um requerimento para a audição “com caráter de urgência” de responsáveis da Brisa sobre a segurança, manutenção e resiliência das autoestradas A1 e A5, mas o processo ficou marcado por um erro na identificação de um técnico indicado pelo partido.O requerimento, apreciado como ponto três da ordem de trabalhos de 18 de fevereiro, propunha a "audição, com caráter de urgência, do Presidente Executivo do Grupo Brisa, Dr. António Pires de Lima, e do Gestor de Contratos e Manutenção da Brisa Autoestradas de Portugal, Eng. João Fernandes, sobre a segurança, manutenção e resiliência das autoestradas A1 e A5", a ter lugar a 25 de fevereiro.Quando a informação chegou à Brisa, o DN sabe que a concessionária não identificou de imediato o engenheiro referido no requerimento, nos termos em que fora apresentado. De acordo com a informação disponível na rede Linkedin, João Fernandes é um engenheiro mecânico que entrou na empresa em janeiro de 2025 e é responsável pela gestão de contratos e manutenção das áreas de serviço Colibri, abrangendo a manutenção de estruturas e equipamentos das cafetarias, desde janelas a instalações sanitárias, não correspondendo à identificação formal descrita no documento do Chega.Questionada sobre o pedido de audição do Grupo Parlamentar do Chega, o Grupo Brisa informou que “fez saber aos serviços da Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação que se fará representar na audição do próximo dia 25 de fevereiro pelo CEO do Grupo Brisa, António Pires de Lima, e pelo Administrador Delegado da BCR — Brisa Concessão Rodoviária, Manuel Melo Ramos”..Obras na A1 concluídas em março. Até lá Brisa propõe "circulação em ambos os sentidos, limitada a uma via"