Chuva e vento forte em Portugal Continental
Chuva e vento forte em Portugal ContinentalLeonardo Negrão

Chuva não irá desaparecer, mas vai perder força e dar algumas tréguas durante o fim de semana

Previstos aguaceiros fracos na região Norte e litoral Centro no sábado e períodos de chuva em geral fraca nas regiões Norte e Centro no domingo.
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Depois de semanas consecutivas de tempestades, a chuva deverá dar algumas tréguas este sábado, dia em que, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o céu apresentar-se-á "em geral pouco nublado, com aumento temporário de nebulosidade".

Esse aumento da nebulosidade poderá ser acompanhado de "ocorrência de aguaceiros fracos na região Norte e litoral Centro, que a ocorrer serão de neve acima de 800/1000 metros de altitude até ao início da manhã". Mas nada comparado com as chuvas intensas a que temos assistido.

Também é esperado "vento fraco a moderado (até 30 km/h) de norte/noroeste, soprando moderado a forte (30 a 45 km/h) no litoral oeste e nas terras altas, com rajadas até 75 km/h e 90 km/h, respetivamente, diminuindo gradualmente de intensidade a partir da manhã", prevendo-se ainda uma "pequena descida da temperatura mínima", com Lisboa a variar entre os 9ºC e os 14ºC e Porto entre os 8ºC e 14ºC.

Para domingo estão previstos "períodos de céu muito nublado, apresentando-se muito nublado a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela".

Preveem-se "períodos de chuva em geral fraca nas regiões Norte e Centro, sendo mais frequente no Minho e Douro Litoral a partir da tarde", assim como "vento fraco a moderado (até 30 km/h) do quadrante oeste, soprando moderado a forte (30 a 45 km/h) nas terras altas" e uma "pequena descida da temperatura mínima", com Lisboa a oscilar entre 9ºC e os 15ºC e Porto entre os 8ºC e 14º C.

O mesmo cenário está previsto para o início da próxima semana, com "períodos de chuva nas regiões Norte e Centro, sendo mais frequente no Minho e Douro Litoral" na segunda-feira; e "aguaceiros fracos nas regiões Norte e Centro, sendo mais frequentes no Minho e Douro Litoral até ao fim da manhã" na terça.

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Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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