Reino Unido regista 65 mortes e 24 mil novos casos num dia

Acompanhe aqui o principal noticiário deste dia sobre a pandemia.

DN
epa09378615 A woman receives a dose of Sinovac vaccine during a COVID-19 mass vaccination for locals in Banda Aceh, Indonesia, 30 July 2021. Indonesia is speeding up its vaccination campaign for people aged 12-18 and above due to an increasing number of coronavirus disease (COVID-19) cases as Indonesian authorities also extended restrictions on emergency community activities (PPKM) until 02 August 2021. EPA/HOTLI SIMANJUNTAK© EPA

Reino Unido regista 65 mortes e 24 mil novos casos num dia

O Reino Unido registou 65 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas e um total de 24.470 novos casos, segundo o 'site' oficial das autoridades de saúde britânicas com a atualização da situação pandémica.

De acordo com os dados mais recentes sobre a pandemia no país, nos últimos sete dias houve 187.548 pessoas com teste positivo à covid-19, sinalizando uma diminuição de 30% no número de casos, comparando com os sete dias anteriores.

Relativamente ao número de mortos, nos últimos sete dias registou-se um total de 525, revelando um aumento de 16,7% comparando com a semana anterior.

As autoridades de saúde reportaram 5.916 doentes internados em hospitais na sexta-feira, dos quais 869 estavam dependentes de ventilação.

Entre 21 e 27 de julho, 6.327 pessoas foram hospitalizadas com a doença, num aumento de 14,8% comparando com os sete dias anteriores, indica ainda o 'site'.

Na sexta-feira, o Reino Unido tinha 38,1 milhões de pessoas com a vacinação completa e 46,8 milhões com a primeira dose.

França soma mais de 1.100 doentes nos cuidados intensivos

O número de doentes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivo em França ultrapassou hoje os 1.100, três dias depois de se ter situado acima de mil, indicaram as autoridades sanitárias do país.

No total, são 1.139 os pacientes que se encontram hospitalizados nestas unidades, sendo que, nas últimas 24 horas, se registaram 69 novas entradas.

Segundo dados das autoridades de saúde francesas, foram registadas 18 mortes nas últimas 24 horas, bem como 19.600 novos casos.

O número de camas dos cuidados intensivos com doentes com covid-19 estava abaixo de um milhar a 07 de julho, após vários meses sob controle, mas nos últimos três dias voltou a superar esse número e já regista uma sequência de 12 dias a aumentar.

A pressão hospitalar no país tem subido, registando atualmente 7.581 pacientes, após 312 internamentos nas últimas 24 horas. O número era de 6.843 há uma semana.

Lusa

Alemanha prepara dose de reforço para as pessoas mais vulneráveis

A Alemanha pondera administrar uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 aos idosos e pessoas imunodeprimidas a partir de setembro, avançou hoje a AFP, citando um projeto do Ministério da Saúde alemão.

O plano, que prevê igualmente a recomendação da vacinação de crianças e adolescentes entre os 12 e os 17 anos, foi elaborado por funcionários do Ministério da Saúde e deve ser finalizado numa reunião agendada para esta segunda-feira entre o ministro Jens Spahn e os titulares da pasta da Saúde nos 16 Estados regionais da Alemanha.

Em causa está o envio de equipas móveis de vacinação a estabelecimentos residenciais para idosos para a administração de vacinas com a tecnologia mRNA, ou seja, Pfizer/BioNTech e Moderna, independentemente da vacina administrada anteriormente a estes utentes.

Os médicos poderão também dar uma dose de reforço aos idosos e pacientes com sistemas imunitários comprometidos.

Segundo o documento, alguns estudos recentes demonstraram a redução progressiva do nível de imunidade contra a covid-19 conferida pela vacinação, o que poderá colocar novamente em risco as pessoas mais vulneráveis.

Apesar de ter uma taxa de incidência mais baixa do que a maioria dos países europeus, a Alemanha tem registado um aumento de casos nas últimas semanas devido à disseminação da variante Delta do vírus SARS-CoV-2.

Lusa

Itália regista 5.321 novos casos e cinco mortes nas últimas 24 horas

Itália registou 5.321 novos casos de covid-19 e cinco mortes nas últimas 24 horas, e já vacinou mais de 60% da população acima dos 12 anos de idade, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

Com o balanço divulgado este domingo, o número total de casos acumulados de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 em Itália desde o início da pandemia, em fevereiro de 2020, é agora de 4.355.348 contágios e o número de óbitos totaliza 128.068.

Apesar da diminuição em relação aos casos e óbitos reportados na véspera -- 6.513 e 16, respetivamente -, as autoridades italianas notificaram um aumento de 103 doentes nos internamentos em enfermaria, que ascendem a 1.954, bem como em unidades de cuidados intensivos, onde deram entrada mais 16 pessoas, para um total de 230 pacientes.

Por outro lado, foram dadas como recuperadas da covid-19 mais 1.250 pessoas, elevando o número total para 4.135.930 desde fevereiro do ano passado.

Lusa

Financial Times diz que Pfizer e Moderna aumentaram preços das vacinas

As farmacêuticas Pfizer e Moderna aumentaram o preço das suas vacinas contra a covid-19 nos últimos contratos de fornecimento à União Europeia (UE), subindo 25% e 13%, respetivamente, informou hoje o Financial Times (FT).

Os termos dos contratos, assinados este ano até 2023 para um fornecimento total de 2,1 mil milhões de doses, foram renegociados após estudos clínicos terem indicado que as vacinas mRNA das duas empresas apresentavam melhores taxas de eficácia contra a covid-19 do que as vacinas mais baratas desenvolvidas por AstraZeneca e Janssen, segundo o jornal britânico.

O preço de uma dose de vacina da Pfizer aumentou dos atuais 15,50 euros para 19,50 euros, de acordo com partes do contrato a que o Financial Times teve acesso, enquanto o preço de uma dose da vacina da Moderna subiu para 21,48 euros (25,50 dólares), face aos anteriores 19 euros (22,60 dólares) previstos no primeiro acordo de fornecimento.

Apesar desta subida, o preço da dose de vacina da Moderna até seria superior, mais concretamente 24 euros (28,50 dólares), referiu o FT, mas o valor acabou por ser revisto perante o aumento da encomenda.

De acordo com a informação avançada este domingo, as farmacêuticas estão a aumentar os lucros perante o crescimento de encomendas de diversos países com vista a uma possível terceira dose contra a covid-19 no inverno.

Lusa

Iniciativa Liberal acusa autoridades de falta de coordenação na vacinação de crianças

O líder do Iniciativa Liberal acusou hoje autoridades de saúde e autoridades políticas de falta de coordenação sobre a vacinação de crianças contra a covid-19, defendendo que só devem vacinar-se aquelas que padecem de doenças graves.

"O que é evidente é que não há coordenação entre as autoridades de saúde e as autoridades políticas [Presidente da República], mas há também pouco esclarecimento sobre os dados científicos que estão neste momento recolhidos sobre a vacinação de crianças", declarou aos jornalistas João Cotrim Figueiredo, à margem da apresentação das candidaturas aos órgãos autárquicos do município de Gondomar, no distrito do Porto, às próximas eleições locais marcadas para 26 de setembro.

Segundo o líder do Iniciativa Liberal, que discursou ao início da tarde de hoje durante mais de 10 minutos no passadiço de Valbom, junto à Casa Branca de Gramido, para cerca de 50 militantes e simpatizantes do partido, os liberais estavam "confortáveis" com a decisão que foi comunicada pela Direção-Geral de Saúde há 48 horas, em que apenas se exigir a vacinação das crianças e jovens que tivessem com "comorbilidade graves".

"Estávamos confortáveis com a decisão que foi comunicada há 48 horas pela DGS, de só exigir vacinação daqueles jovens que tivessem com comorbilidades graves, porque esses sim correm risco da própria vida em proteção própria. Em proteção da sociedade não devemos exigir aos jovens que se vacinem, porque não conhecemos os efeitos a longo prazo. A sociedade não pode exigir a nenhum dos seus membros um sacrifício coletivo sem saber exatamente porque é que está o está a fazer", salientou.

A DGS recomendou, na sexta-feira transata, a administração prioritária de vacinas contra a covid-19 para crianças entre os 12 e os 15 anos com comorbilidades.

A DGS considerou ainda que deve ser dada a possibilidade de vacinação a todas as crianças desta faixa etária por indicação médica e de acordo com a disponibilidade de vacinas, remetendo uma decisão sobre o acesso universal destas idades para mais tarde.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, salientava, por seu turno, este sábado, a partir do Brasil, que as autoridades de saúde não proibiram a vacinação contra a covid-19 para crianças saudáveis, considerando que "esse espaço continua aberto à livre escolha dos pais".

Lusa

Pandemia já matou pelo menos 4,22 milhões de pessoas no mundo

A pandemia de covid-19 matou, até hoje, pelo menos 4.220.816 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência de notícias francesa AFP com base em fontes oficiais.

Mais de 197.821.560 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia, em que a grande maioria dos doentes recupera da doença covid-19, mas uma parte mantém os sintomas por semanas ou até meses.

Os números são baseados em relatórios comunicados diariamente pelas autoridades de saúde de cada país, com dados recolhidos até às 11:00 em Lisboa, e excluem revisões posteriores de agências estatísticas, como ocorre na Rússia, Espanha e Reino Unido.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que, levando em consideração o excesso de mortalidade direta e indiretamente vinculado à covid-19, os resultados da pandemia podem ser duas a três vezes superiores aos registados oficialmente.

Uma parte significativa dos casos menos graves ou assintomáticos também permanece sem deteção, apesar da intensificação da testagem em muitos países.

No sábado, 8.830 mortes e 514.389 novos casos foram registados em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de mortes nos seus relatórios mais recentes são Indonésia com 1.604 óbitos, Brasil (910) e Rússia (789).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 613.157 óbitos para 34.978.461 casos de infeção, de acordo com o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 556.370 mortes e 19.917.855 casos; a Índia, com 424.351 mortes e 31.655.824 casos; o México, com 240.906 mortes e 2.848.252 casos; e o Peru com 196.353 mortes e 2.111.393 casos.

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 596 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Hungria (311), Bósnia (295), República Tcheca (284) e Macedónia do Norte (264).

Lusa

Cerca de 1.200 jovens com mais de 12 anos foram vacinados na Madeira

Mais de 1.200 adolescentes residentes na Madeira com idades entre os 12 e os 17 anos foram vacinados no sábado contra a covid-19 no primeiro 'open day' promovido para este escalão etário, disse hoje fonte do Governo Regional.

De acordo com a informação enviada à agência Lusa pelo gabinete do secretário da Saúde da Madeira, do total de 2.036 vacinas administradas no sábado no centro de vacinação do Funchal, "1.207 foram a adolescentes entre os 12 e os 17 anos".

Foram vacinados 368 adolescentes com idades entre os 12 e os 14 anos e administradas 839 vacinas a jovens entre os 15 e os 17 anos.

As autoridades de saúde da Madeira decidiram realizar no sábado o primeiro 'open day' para vacinar adolescentes a partir dos 12 anos no centro de vacinação do Funchal.

A iniciativa teve uma "grande adesão" e, logo antes das 09:00, os adolescentes começaram a concentrar-se, acompanhados pelos pais, para serem vacinados, formando extensas filas.

A enfermeira responsável pelo centro, Ana Gouveia, disse que foi necessário "reorganizar" a operação para "não perder a oportunidade" de vacinar os adolescentes, apontando que logo "antes da primeira meia hora" cerca de uma centena tinham sido inoculados.

O secretário da Saúde da Madeira esteve também no local e considerou que a grande afluência era uma evidencia de "grande maturidade e responsabilidade" dos jovens que sabem que "esta é mais uma arma que têm à sua disposição para continuarem a estar protegidos".

O responsável defendeu que os jovens também têm de "ser protegidos adicionalmente", até porque a Direção-Geral de Saúde (DGS), que recomendou, sexta-feira, a administração da vacina neste escalão etário apenas em casos associados a doenças graves, "admitiu que muitas crianças, muitos jovens foram infetados no decurso desta pandemia em Portugal".

Ter cerca de 20 mil jovens vacinados contra a covid-19 na região para permitir o inicio do novo ano letivo em segurança, porque "estes poderem ser infetados e infetar outros", é o objetivo do governo madeirense.

O governante ainda anunciou que está previsto mais uma 'casa aberta' para esta faixa etária na próxima quarta-feira e que a iniciativa vai estender-se a outros concelhos da região, incluindo a ilha do Porto Santo onde muitos passam férias.

Lusa

PR satisfeito com reabertura "sensata" que corresponde a expectativas de muitos

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, classificou, no sábado, como "sensata" a reabertura do país e o alívio de restrições impostas pela pandemia, considerando que as medidas anunciadas pelo Governo correspondem à "expectativa de muitos portugueses".

"Felizmente que a pandemia avança no bom sentido [e] que foram anunciadas já medidas de sucessiva, gradual e sensata abertura", disse Marcelo Rebelo de Sousa perante cerca de meia centena de portugueses e luso-brasileiros reunidos na Casa de Portugal em São Paulo.

Numa intervenção que, segundo o chefe de Estado português, pretendeu transmitir "o que se passa em Portugal", Marcelo Rebelo de Sousa falou ainda de "sinais económicos muito positivos" e de números de exportações "surpreendentes de bons", só possíveis, disse, pela forma como "a sociedade, as empresas e os trabalhadores souberam enfrentar os tempos difíceis".

Aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que "a posição tomada pelo primeiro-ministro e pelo Governo" vai "ao encontro das expectativas de muitos portugueses".

"Nisto está implícito aquilo que considero de juízo favorável, claramente favorável, ao que foi decidido", acrescentou.

Questionado sobre se as novas medidas fizeram retornar a harmonia entre Presidente da República e Governo sobre esta matéria, Marcelo Rebelo de Sousa apontou como um dos grandes princípios de gerir a pandemia de covid-19 "a solidariedade estratégica".

"A solidariedade estratégica é ter um objetivo e trabalhar de forma sistemática em conjunto para atingir esse objetivo, envolvendo o maior número" de pessoas, disse.

O Presidente da República considerou que o percurso feito até agora "provou bem" e que não há, por isso, "nenhuma razão para não se ir em frente no mesmo percurso de solidariedade estratégica".

O levantamento gradual das restrições em função da vacinação contra a covid-19 arranca hoje com o controlo da pandemia de covid-19 a passar a ser feito "em função do critério da taxa de vacinação da população portuguesa" e sem medidas diferenciadas para cada um dos 278 concelhos de Portugal continental.

Lusa

China deteta 75 novos casos locais

A China anunciou hoje ter detetado 75 novos casos de covid-19 no sábado, dos quais 53 locais e a maioria na província de Jiangsu (leste), palco de um surto nos últimos dias.

Jiangsu registou 30 novas infeções locais, parte de um surto inicialmente detetado no aeroporto internacional na capital da província, Nanjing, mas que já se estendeu a outras províncias chinesas.

Os outros 11 casos locais foram identificados nas províncias de Henan (12), Hunan (quatro), Yunnan (três), Fujian (um), Shandong (um), Hubei (um) e Ningxia (um), indicou a Comissão de Saúde da China.

Os restantes 22 casos foram diagnosticados em viajantes provenientes do estrangeiro nos municípios de Xangai (leste) e de Tianjing (norte) e nas províncias de Yunnan (sul), Mongólia Interior (norte), Guangdong (sul), Zhejiang (sudeste), Henan (centro) e Sichuan (centro).

As autoridades de saúde também registaram 37 novas infeções assintomáticas (25 locais e as restantes "importadas"), embora Pequim só as conte como casos confirmados se forem manifestados sintomas.

A Comissão de Saúde da China indicou que, até à última meia-noite local (17:00 em Lisboa), 24 pacientes tiveram alta, com o número total de infetados ativos na China continental a subir para 1.022, incluindo 25 em estado grave.

Lusa