Dique no Mondego rompeu com a força das águas e um tabuleiro da A1 ruiu.
Dique no Mondego rompeu com a força das águas e um tabuleiro da A1 ruiu. Foto: Miguel A. Lopes/Lusa

A1 reabre esta sexta-feira na totalidade após aval de LNEC e IMT

Laboratório Nacional de Engenharia Civil e Instituto de Mobilidade e Transportes já terminaram verificações de segurança e deram luz verde à reabertura total da circulação.
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A Autoestrada 1 (A1) vai abrir esta sexta-feira, 27 de fevereiro, na totalidade, após as obras que se seguiram à derrocada de parte da via, na zona de Coimbra.

O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT) já terminaram verificações de segurança e deram luz verde à reabertura total da circulação, avança a RTP.

Em 11 de fevereiro, o rebentamento do dique de Casais, na margem direita do rio Mondego, em Coimbra, junto à Autoestrada A1, levou à erosão do encontro norte com o Viaduto C e subsequente abatimento da plataforma da A1 ao quilómetro 191.

A circulação foi entretanto restabelecida, de forma condicionada, entre o nó de Coimbra Norte e Coimbra Sul, pelas 19:30 de segunda-feira.

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Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

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