Ministério diz já ter aprovado pensão de sangue para viúva de militar morto no Mali

Despacho assinado este mês após Exército concluir processo relativo à morte do sargento-ajudante Paiva Benido, vítima de um ataque terrorista ocorrido há nove meses.

O secretário de Estado da Defesa assinou segunda-feira o despacho para atribuição da pensão de sangue à viúva do militar morto há nove meses no Mali, disse esta quarta-feira fonte oficial ao DN.

A informação surgiu na sequência da revelação, feita hoje pela associação de Sargentos e amplificada numa conferência da Comissão parlamentar de Defesa, de que o caso continuava por resolver ao fim deste tempo - levando o presidente da comissão, Marco António Costa, a declarar-se publicamente envergonhado por essa situação.

O Ministério precisou que o processo elaborado pelo Exército foi despachado esta segunda-feira, 11 dias após dar entrada no gabinete do secretário de Estado Marcos Perestrello. O despacho foi depois enviado terça-feira à Caixa Geral de Aposentações e sem necessidade de passar pelas Finanças, adiantou fonte oficial.

O sargento-ajudante Gil Fernando Paiva Benido morreu a 18 de junho de 2017, um mês e um dia após chegar ao Mali e durante um ataque terrorista ao hotel onde estava a descansar com outro militar português que escapou ileso.

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