O Bloco de Esquerda criticou, via comunicado de Imprensa, o que diz serem "nomeações sem concurso" em Lisboa. O partido insurge-se com a nomeação de dirigentes vindos da lista apresentada por Carlos Moedas a cargos de vereação.Após a reunião da Câmara Municipal de Lisboa desta quarta-feira, o partido lamenta que as nomeações sejam realizadas "sem qualificações para o cargo e sem os necessários concursos da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública [CReSAP]". O partido exemplifica com Ana Gattini, que estava em 9.º lugar na lista de Moedas, ou de Catarina Marques de Freitas, jurista, que o Bloco considera não ter "qualificações nas áreas do Ambiente, Clima ou Energia.""Da mesma forma, na SRU, que tem como responsabilidade a construção municipal, foi nomeado Gonçalo Santos Costa, que tem currículo na gestão hoteleira, tendo também trabalhado em empresas como a Teixeira Duarte ou a SGAL de Stanley Ho; ou na EMEL, onde é nomeado o antigo deputado do PSD, Carlos Silva", prossegue a crítica em comunicado. O Bloco, representado na Câmara por Carolina Serrão, por isso mesmo acusa a "falta de transparência de Carlos Moedas na gestão da Câmara Municipal de Lisboa", afirmando ter votado "contra por considerar que a administração pública deve pautar-se por dirigentes que passam pelo crivo da CReSAP, garantindo que são as pessoas mais adequadas para o cargo e com transparência.". Gebalis com 40 milhões de euros para reabilitar bairros municipais até 2026.Moedas distribui por CDS-PP e Iniciativa Liberal nove cabeças de lista às freguesias.Moedas apresenta equipa de vereadores. "É a melhor para servir os lisboetas"