Malia Obama junta-se a protestos contra oleoduto

Malia Obama juntou-se à atriz Shailene Woodley e outros num protesto contra a construção do oleoduto Dakota Acccess Pipeline

Dias depois de o pai abandonar a Casa Branca, Malia Obama surpreendeu ao juntar-se às centenas de norte-americanos que protestaram contra a decisão do novo presidente, Donald Trump, de avançar com a construção do oleoduto conhecido como Dakota Access Pipeline.

"Foi maravilhoso ver a Malia", frisou a atriz Shailene Woodley, uma das figuras mais ativas na luta por causas ambientais. "Foi fantástico testemunhar um ser humano e uma mulher a chegar-se à frente sozinha, a sair da sombra da família e da ligação que este país tem com ela, a escolher participar na democracia porque reconhece que, independentemente do apelido, se não participar na democracia não haverá mundo para os futuros filhos dela".

O Dakota Access Pipeline começou a ser construído há cerca de dois anos, mas foi suspenso pelo anterior presidente dos EUA, Barack Obama, depois de as autoridades terem chegado à conclusão de que era necessário aprofundar os estudos sobre o impacto ambiental.

Na primeira semana como presidente dos EUA, Trump deu ordens para que o projeto fosse retomado, motivo pelo qual recomeçaram também as manifestações, nomeadamente aquela em que Malia Obama marcou presença, no estado do Utah, e que juntou cerca de uma centena de pessoas na cidade de Park City.

Nessa mesma cidade, a filha do ex-presidente dos EUA, de 18 anos, tem marcado presença em várias exibições e estreias no Festival de Cinema de Sundance, que tem estado a decorrer durante todo o mês.

Em fevereiro, Malia vai começar um estágio na conceituada The Weinstein Company - produtora de Harvey e Bob Weinstein - em Hollywood, antes de rumar à Universidade de Harvard, em setembro.

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