Vendida a "casa mais cara de Portugal": custou 7,2 milhões e tinha vários interessados

São mais de 500 metros quadrados numa das zonas centrais da capital. Penthouse tem terraço e piscina privativa e vista panorâmica sobre Lisboa.

Ocupa o 13.º andar e a cobertura do edifício de luxo Castilho 203 e foi vendida há poucos dias por 7,6 milhões de euros. Apesar do preço, estava na mira de vários interessados, milionários estrangeiros que se renderam à vista panorâmica sobre Lisboa, ao serviço de concierge 24 horas por dia, ao terraço de 260 metros quadrados e à piscina privativa.

Acredita-se que seja a o apartamento mais caro alguma vez vendido em Portugal.

Fonte da Vanguard Properties, a promotora imobiliária do prédio, confirmou ao DN que a casa foi vendida a uma família - o apartamento tem 287 metros quadrados e três suites e ainda vista panorâmica privilegiada para o rio Tejo, além de oferecer uma "visão de miradouro privado de Lisboa", como se pode ler na brochura do projeto.

O edifício Castilho 203 fica no centro de Lisboa, perto do Parque Eduardo VII e da Avenida da Liberdade, e tem 20 apartamentos. Entre os que já foram vendidos, dois deles são da mesma pessoa, que queria um apartamento maior, segundo fonte da Vanguard Properties, especialista em negócios imobiliários de gama alta.

"Houve vários interessados na penthouse, principalmente brasileiros, que conhecem e gostam de Lisboa e apreciam este género de edifícios - com serviço de concierge, segurança privada 24 horas por dia - e que também gostam de arte -- no hall de entrada do prédio há uma obra do artista plástico José Pedro Croft", disse ao DN a mesma fonte, que não quis revelar a nacionalidade do novo proprietário.

Além das varandas suspensas sobre o parque Eduardo VII, a partir do oitavo andar todos os apartamentos têm vista de 360 graus sobre Lisboa, além de acesso a estacionamento privativo, spa e a duas piscinas em zonas comuns - uma interior (rés do chão) e outra exterior e com solário (8.º andar).

Exclusivos

Premium

Espanha

Bolas de aço, berlindes, fisgas e ácido. Jovens lançaram o caos na Catalunha

Eram jovens, alguns quase adultos, outros mais adolescentes, deixaram a Catalunha em estado de sítio. Segundo a polícia, atuaram organizadamente e estavam bem treinados. José Manuel Anes, especialista português em segurança e criminalidade, acredita que pertenciam aos grupos anarquistas que têm como causa "a destruição e o caos" e não a luta independentista.