Sismo em Vila Verde pôs casas a tremer mas não provocou danos

Foi ainda registado um outro abalo, a cerca de seis quilómetros a nordeste de Vila Verde, mas este não foi sentido

O sismo de magnitude 3,2 na escala aberta de Richter com epicentro próximo de Vila Verde registado na manhã desta segunda-feira deu para pôr casas a tremer naquele concelho, mas não provocou quaisquer estragos.

"Senti a casa a estremecer, mas até pensei que fosse trovoada. Só mais tarde é que percebi que tinha sido um sismo", disse à agência Lusa o presidente da câmara.

Segundo António Vilela, houve um abalo "forte e bem audível" que, no entanto, não chegou para tirar "nada do sítio" em casa.

Uma versão corroborada pelo comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, Luís Morais, que adiantou que a corporação não recebeu qualquer pedido de ajuda relacionado com o sismo.

"Eu já estava de pé e senti, realmente, um ligeiro tremer, mas nada mais que isso. Não deu para assustar", afirmou.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o sismo foi sentido às 07:13.

Em comunicado, o IPMA adiantou que não há registo de danos pessoais ou materiais, embora o abalo tenha sido sentido, com intensidade máxima II/III (escala de Mercalli modificada), na região de Vila Verde, distrito de Braga.

Pelas 07:40 foi registado outro sismo, de magnitude 2,1 na escala de Richter, com epicentro a cerca de seis quilómetros a nordeste de Vila Verde, sendo que este último abalo não foi sentido.

Os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequeno (2,0-2,9), pequeno (3,0-3,9), ligeiro (4,0-4,9), moderado (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grande (7,0-7,9), importante (8,0-8,9), excecional (9,0-9,9) e extremo (superior a 10).

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.