Djaló sobre a morte da irmã: "Palavra nenhuma consegue descrever a dor que sinto"

O futebolista, que joga na Tailândia, diz ainda não acreditar na notícia. Açucena foi atropelada mortalmente na Moita.

Da Tailândia, onde joga futebol, Yannick Djaló reagiu à morte da irmã Açucena com uma mensagem na sua página de Instagram, na qual diz ainda não acreditar na notícia.

Numa publicação em que partilha várias fotografias de Açucena Patrício, de 17 anos, o futebolista escreveu que tem de "sentir de verdade" que a irmã não está "mais aqui".

Antigo jogador do Sporting e do Benfica, Djaló, 32 anos, que foi internacional pela Seleção, joga hoje na Tailândia no Ratchaburi Mitr Phol FC e está já de viagem para Portugal.

"Minha Açu... palavra nenhuma consegue descrever a dor que sinto e quão pesado está o meu coração... minha Açu... minha menina", escreve Yannick Djaló.

Numa outra publicação, a 1 de agosto, quando a irmã fez anos, Djaló dizia que Açucena tinha "um carácter incrível", que o enchia "de orgulho", de "todas as vezes" que pensava nela.

Açucena foi atropelada mortalmente durante as festas da Moita, no distrito de Setúbal. O suspeito do atropelamento com um veículo ligeiro de passageiros foi detido pela GNR, que policiava as festas, ainda no interior da viatura. Outras cinco pessoas ficaram feridas.

O Tribunal do Barreiro declarou entretanto prisão preventiva para o homem de 21 anos, indiciado de 12 crimes, 10 deles de homicídio qualificado na forma tentada, um de homicídio qualificado e um outro de condução perigosa.

As autoridades suspeitam que o homem possa ter agido de forma intencional, ao procurar vingar-se, depois de desacatos entre grupos rivais, na qual teria sido agredido momentos antes, confirmou ao DN fonte da GNR de Setúbal.

(Notícia atualizada 16 de setembro às 15:23).

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