Dezoito concelhos de cinco distritos do continente em risco muito elevado

Previsões do Instituto Português do Mar e da apontam para uma pequena subida da temperatura máxima e vento fraco a moderado no continente.

Dezoito concelhos dos distritos Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Beja e Faro apresentam este domingo um risco muito elevado de incêndio, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

No distrito de Portalegre estão sob este alerta os concelhos de Marvão, Nisa e Gavião, enquanto no de Santarém são os concelhos de Abrantes, Sardoal e Mação, de acordo com a informação disponibilizada no 'site' do IPMA.

Estão também em risco muito elevado de incêndio os concelhos de Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova e Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, e o concelho de Odemira, em Beja.

O distrito de Faro tem oito concelhos com esta alerta: Portimão, Monchique, Silves, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira, Castro Marim e Alcoutim.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê para hoje em Portugal continental céu pouco nublado, apresentando períodos de maior nebulosidade na faixa costeira a norte do Cabo Raso até meio da manhã.

O vento soprará fraco a moderado (até 30 km/h) predominando do quadrante norte, soprando temporariamente forte (até 45 km/h) nas terras altas das regiões Centro e Sul.

As previsões apontam ainda para uma pequena subida da temperatura máxima.

As temperaturas máximas previstas para hoje são de 27 graus Celsius em Lisboa, 25 em Bragança, 23 na Guarda e em Viana do Castelo, 31 em Évora, 30 em Beja e 26 em Faro.

Exclusivos

Premium

Legionela

Maioria das vítimas quer "alguma justiça" e indemnização do Estado

Cinco anos depois do surto de legionela que matou 12 pessoas e infetou mais de 400, em Vila Franca de Xira, a maioria das vítimas reclama por indemnização. "Queremos que se faça alguma justiça, porque nunca será completa", defende a associação das vítimas, no dia em que começa a fase de instrução do processo, no tribunal de Loures, que contempla apenas 73 casos.