Há investimentos com um impacto profundo nos territórios, pela capacidade de transformar a vida de uma comunidade, reforçar a sua identidade e deixar um legado para as gerações futuras.
É exatamente isso que estamos a fazer em Cascais.
Nos próximos anos, vamos concretizar uma das mais ambiciosas transformações culturais da história do concelho.
Até 2029, investiremos 23 milhões de euros numa nova rede de sete museus, alguns criados de raiz, outros instalados em edifícios históricos recuperados para servir novamente a comunidade. Mais do que construir ou reabilitar espaços, estamos a desenhar um novo mapa cultural para Cascais.
Esta aposta nasce de uma convicção simples: a cultura não é um luxo. A cultura é um bem essencial e deve estar acessível a todos. É através dela que preservamos a memória coletiva, valorizamos o património que herdámos e fortalecemos os laços que nos unem enquanto comunidade.
Uma comunidade que investe na cultura é uma comunidade mais coesa, mais participativa e com melhor qualidade de vida. E não é por acaso que Cascais assume hoje a responsabilidade de ser Capital Europeia da Democracia e pretende afirmar-se também como Capital da Qualidade de Vida. Os dois conceitos caminham lado a lado. Não existe democracia forte sem cidadãos informados, participativos e conscientes da sua história. E não existe qualidade de vida sem acesso ao conhecimento, à criatividade e à cultura.
Os sete novos equipamentos culturais refletem precisamente esta visão. O que une todos estes projetos é uma ideia comum: devolver o património aos cidadãos. Do mar ao teatro, da pedra à imprensa, passando pela herança romana e pelos vestígios neolíticos, estamos a criar novas oportunidades para conhecer, aprender, participar e sentir orgulho naquilo que somos.
A cultura não serve apenas para recordar o passado. Serve, sobretudo, para construir o futuro.
Quando reabilitamos uma fortaleza, quando abrimos um novo museu ou quando transformamos uma antiga pedreira num auditório ao ar livre, estamos a criar oportunidades para as famílias, para os jovens, para os artistas, para os investigadores e para os visitantes. Estamos a gerar conhecimento, dinamismo económico, atratividade turística e qualidade de vida.
Estamos, acima de tudo, a investir nas pessoas.
É esse o compromisso de Cascais: honrar o passado, valorizar o presente e preparar o futuro. Porque uma comunidade que conhece a sua história é uma comunidade mais livre.
E uma comunidade que aposta na cultura é uma comunidade mais forte, mais humana e mais preparada para enfrentar os desafios do amanhã.
Cascais está a construir esse futuro, também através da cultura.